terça-feira, 15 de setembro de 2026

LIVRO NÃO MALTRATA OS MEUS PROFETAS

LIVRO NÃO MALTRATA OS MEUS PROFETAS

Autor: Carlos Alberto Cândido da Silva

Ministério: Assembleia de Deus Providência do Céu

Contato: (11) 95725-5927

 Data: 15/09/2026


DEDICATÓRIA

A Deus, que é o Dono de toda glória, e aos que amam a Sua presença e respeitam os Seus escolhidos. 

Que este livro não seja apenas palavras, mas um aviso do Céu para que ninguém sofra por desprezar aqueles que Deus enviou.


SUMÁRIO

1. Capítulo 1 — O Ungido de Deus e o respeito que Ele merece

2. Capítulo 2 — Falar mal do profeta é falar contra o próprio Deus

3. Capítulo 3 — O exemplo de Eliseu e o juízo que não pode ser ignorado

4. Capítulo 4 — A diferença entre corrigir e difamar

5. Capítulo 5 — Por que a vida de quem despreza o ungido desaba?

6. Capítulo 6 — Silêncio e temor: marcas de quem ama a Deus

7. Capítulo 7 — Deus defende a causa dos Seus servos

8. Capítulo 8 — Cuidado com a língua que destrói

9. Capítulo 9 — Restaurando o respeito e reparando o mal

10. Capítulo 10 — A recompensa de quem honra os escolhidos do Senhor


Quantos vivem em casa em paz aparente, mas a vida não prospera? 

O casamento enfraquece, os filhos se afastam, as portas permanecem fechadas e a saúde não melhora — sem entender por quê. Muitos sentam na reunião não para buscar Deus, mas para julgar quem Ele enviou. 

Falam do pastor, zombam do ungido, espalham comentários… e não percebem que estão ferindo a proteção que sustenta a própria vida.

Este livro não foi escrito para confortar, mas para despertar o temor de Deus. 

A história de Eliseu nos lembra que o desprezo ao profeta não é brincadeira — é uma afronta ao próprio Deus. 

Existe diferença entre corrigir com justiça e destruir com a língua; entre apontar um erro e zombar da unção.

Deus não dorme. Ele vê cada palavra dita contra os Seus escolhidos. 

E aquele que despreza o canal da bênção, afasta de si a própria bênção. 

Mas ainda há tempo: o arrependimento restaura, o respeito traz de volta a cobertura, e a oração pelo servo abre as portas que a crítica fechou.

Não chame de liberdade aquilo que é irreverência. 

Não chame de opinião aquilo que é desprezo. Deus continua santo, a Sua Palavra permanece viva, e os Seus profetas continuam sendo protegidos por Ele.

 

CAPÍTULO 1 — O UNGIDO DE DEUS E O RESPEITO QUE ELE MERECE

“Não toqueis nos meus ungidos, nem façais mal aos meus profetas.” — Salmos 105:15

Quantas pessoas sentam nas reuniões apenas para falar do pastor, do ungido de Deus, daquele que carrega a unção! 

Elas não percebem que ao falar mal do servo, estão ferindo o coração do Senhor. 

Vemos pessoas com a vida despedaçada: casamento em ruínas, filhos rebeldes, família em pé de guerra, porta fechada, parentes doentes, e elas mesmas doentes espiritualmente. E mesmo assim, continuam julgando quem Deus colocou no altar.

O profeta não é perfeito, mas é santo e protegido por Deus. 

A escolha não veio do povo, veio do Céu.

 Quando Deus coloca alguém para liderar, Ele mesmo assume a responsabilidade sobre aquela vida. 

Quem toca no ungido, toca na menina dos olhos de Deus.

Muitos dizem: “mas ele errou!” 

Sim, é humano. Mas quem de nós não errou? 

O respeito não vem porque o servo é sem falha, vem porque a unção que está sobre ele é de Deus. 

Falar com respeito é uma coisa; difamar, zombar e destruir a imagem é outra. 

E Deus não dorme.

CAPÍTULO 2 — FALAR MAL DO PROFETA É FALAR CONTRA O PRÓPRIO DEUS

“Aquele que vos rejeita a vós me rejeita a mim; e aquele que me rejeita rejeita aquele que me enviou.” — Lucas 10:16

Pode parecer apenas uma conversa, um comentário, uma crítica entre amigos. Mas Deus vê de outra forma. 

Quando você fala mal do Seu enviado, você não está julgando apenas um homem — está julgando Aquele que o enviou.

No deserto, 

Miriã e Arão falaram contra Moisés. 

Pensaram:

Deus fala também por nós!” 

Mas a resposta de Deus foi clara:

Se há profeta entre vós, eu, o Senhor, me dou a conhecer em visão, falo-lhe em sonho. 

Não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa. 

Com ele falo face a face, claramente, e não por enigmas” (Números 12:6-8). E Miriã ficou leprosa.

Deus não disse: “vocês têm razão”. 

Disse: respeitem o meu escolhido. 

Muitos hoje estão adoecendo, sofrendo, e não sabem que o motivo está na língua que falou contra quem Deus ungiu. 

A porta não abre, a bênção não chega, porque a própria proteção de Deus se afastou.

CAPÍTULO 3 — O EXEMPLO DE ELISEU E O JUÍZO QUE NÃO PODE SER IGNORADO

“E subiu ele dali a Betel; e subindo pelo caminho, saíram da cidade uns meninos, e escarneceram dele, dizendo: 

Sobe, careca! Sobe, careca! 

E ele virou-se para trás, e os viu, e os amaldiçoou em nome do Senhor; e saíram da floresta duas ursas, e despedaçaram deles quarenta e dois meninos.” — 2 Reis 2:23-24

Isso não foi maldade de Eliseu. Foi o juízo de Deus. 

Aqueles jovens não estavam apenas brincando — representavam um povo que desprezava a Deus e a Sua palavra. 

Betel era centro de idolatria, e eles zombavam do profeta como quem zomba de Deus mesmo.

Hoje muitos dizem: “foi só brincadeira, foi só piada!”

Mas Deus não achou graça. Talvez hoje não apareçam ursas, mas a Palavra de Deus não muda.

Quem zomba do ungido pode ser ferido, cair na cama, adoecer, ver a vida desmoronar — não porque Deus é cruel, mas porque a desobediência traz consequências.

Não chame de liberdade aquilo que é irreverência. 

Não chame de opinião aquilo que é desprezo. Deus continua santo.

CAPÍTULO 4 — A DIFERENÇA ENTRE CORRIGIR E DIFAMAR

“Repreende, pois, o teu próximo, e não sofrerás pecado por causa dele.” — Levítico 19:17

Existe diferença entre corrigir e difamar. Corrigir é com amor, em particular, com o objetivo de restaurar. 

Difamar é espalhar para todos, com prazer em falar mal, para destruir a reputação.

Nenhum líder está acima da Palavra de Deus. 

Se houver erro, deve ser corrigido com justiça, com respeito, de forma bíblica. 

Mas não é justo julgar sem saber, falar sem conhecer, condenar sem ouvir. 

Muitos julgam o pastor sem nunca ter orado com ele, sem nunca ter ajudado, sem nunca ter compartilhado a sua carga.

Quem fala mal do ungido em público, não ama a verdade — ama a destruição. 

A Bíblia diz: “Quem anda em fofoca revela segredo, mas o fiel de espírito encobre a coisa” (Provérbios 11:13). 

Deus vê o coração. E o coração que destrói, não pode ser abençoado.

CAPÍTULO 5 — POR QUE A VIDA DE QUEM DESPREZA O UNGIDO DESABA?

“Todo aquele que se exalta será humilhado, e aquele que se humilha será exaltado.” — Lucas 14:11

Você já notou que muitas pessoas que falam mal do pastor têm a vida cada vez pior? 

O casamento desanda, os filhos se afastam, as contas apertam, a doença chega. 

Não é coincidência. 

É a proteção de Deus se afastando.

Quando você despreza o canal da bênção, a bênção não chega. 

Deus colocou uma ordem: o enviado traz a palavra, a unção, a direção. 

Quem rejeita o mensageiro, rejeita a mensagem. 

E sem a mensagem, não há direção. Sem direção, a vida perde o rumo.

Muitos dizem: “Deus me ouve, não preciso do pastor!” 

Mas a Bíblia diz que Deus estabelece os guardadores, os líderes, os pastores sobre nós. Desprezar a ordem de Deus é caminhar sem cobertura. 

E quem caminha sem cobertura, fica exposto. 

O inimigo encontra brecha. 

E a vida desaba sem ninguém entender por quê.

CAPÍTULO 6 — SILÊNCIO E TEMOR: MARCAS DE QUEM AMA A DEUS

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; e a ciência do Santo é a prudência.” — Provérbios 9:10

Quem tem temor de Deus não fala mal dos Seus escolhidos. 

Pensa antes de falar. 

Se não tem algo bom para dizer, prefere calar. 

O silêncio não é ignorância — é respeito. 

É reconhecer que há coisas que pertencem a Deus, e a Ele cabe julgar.

Muitos falam porque acham que sabem. 

Mas a Bíblia diz: “Não te apresses com a tua boca, nem o teu coração se precipite a proferir alguma palavra diante de Deus; porque Deus está no céu, e tu estás na terra; portanto, sejam poucas as tuas palavras” (Eclesiastes 5:2).

O temor de Deus faz a pessoa parar e perguntar: 

Isso agrada ao Senhor?” 

antes de abrir a boca. 

Faz olhar para o próprio coração e enxergar os próprios erros, em vez de apontar os erros do servo. 

Quem tem temor, ora pelo ungido, não o critica. Apoia, não difama.

CAPÍTULO 7 — DEUS DEFENDE A CAUSA DOS SEUS SERVOS

“Defenderá Deus a causa do seu povo, e se compadecerá dos seus servos.” — Salmos 135:14

Não precisa o ungido se defender. 

Deus faz isso. 

Quando Davi foi ameaçado, Deus cuidou dele. 

Quando os profetas foram perseguidos, Deus interveio. 

Ele não permite que os Seus escolhidos sejam destruídos por línguas mentirosas.

Um dia, Deus fará justiça. 

Aqueles que zombaram, criticaram sem motivo, espalharam mentiras — verão que o Senhor estava cuidando do Seu servo. 

Muitos que hoje se acham espertos por falar mal, vão se envergonhar. 

E os que foram humilhados, serão exaltados.

“Vingança é minha, eu retribuirei, diz o Senhor” (Romanos 12:19). 

Não lute contra quem Deus enviou. 

Não fale contra quem Deus protege. 

A luta não é sua — é de Deus. E Ele sempre vence.

CAPÍTULO 8 — CUIDADO COM A LÍNGUA QUE DESTRÓI

“Eis que posto o freio na boca dos cavalos, para que nos obedeçam; e dirigimos todo o seu corpo… 

Mas a língua nenhum homem pode domar; é um mal que não se pode refrear, está cheia de peçonha mortal.” — Tiago 3:8

A língua é pequena, mas causa grandes estragos. 

Pode destruir reputações, afastar irmãos, ferir o coração de Deus. E a pior destruição é contra quem Deus ungiu.

Quem fala mal do servo de Deus, não mancha apenas o nome do homem — mancha a própria obra de Deus. 

Afasta pessoas da igreja, enfraquece a fé dos mais simples, dá brecha ao inimigo. 

E a Bíblia é clara: “Não se enganeis… nem os maldizentes herdarão o reino de Deus” (1 Coríntios 6:9-10).

Que cada um examine o seu coração. 

Que cada um pergunte: “minha língua tem sido de bênção ou de maldição?” 

Se tem falado mal, se tem julgado sem motivo, se tem espalhado comentários — pare agora. Peça perdão a Deus. 

E peça perdão também a quem feriu. Antes que o juízo chegue.

CAPÍTULO 9 — RESTAURANDO O RESPEITO E REPARANDO O MAL

“Portanto, confessai os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis.” — Tiago 5:16

Se você já falou mal do ungido de Deus, não é tarde para voltar atrás. Deus é misericordioso. Mas é preciso reconhecer, se arrepender e reparar o mal feito. 

Arrependimento não é só sentir tristeza — é mudar de atitude.

- Reconheça diante de Deus: “errei, falei sem saber, julguei sem conhecer”.

- Peça perdão ao ungido, se for possível e justo.

- Fale a verdade onde espalhou a mentira.

- Comece a orar pelo servo de Deus, em vez de criticá-lo.

- Apoie, colabore, seja bênção.

Deus perdoa. Mas não brinque com a graça. 

Não volte a fazer o mesmo. 

O respeito ao ungido é fruto de um coração que ama a Deus. 

E quem ama a Deus, respeita quem Ele enviou.

CAPÍTULO 10 — A RECOMPENSA DE QUEM HONRA OS ESCOLHIDOS DO SENHOR

“Quem recebe um profeta, porque é profeta, receberá prêmio de profeta; e quem recebe um justo, porque é justo, receberá prêmio de justo.” — Mateus 10:41

Há bênção em respeitar os escolhidos de Deus. Quem recebe o ungido, recebe a bênção que vem com ele. 

Quem ora pelo servo, é coberto na oração do servo. 

Quem honra quem Deus honra, é honrado por Deus.

A vida daquele que respeita o profeta se transforma: a paz volta, a família se une, as portas se abrem, a saúde é restaurada. 

Não porque o servo é poderoso, mas porque Deus vê o coração que O respeita. 

E Deus não deixa sem recompensa.

O temor de Deus traz vida, proteção e bênção. Respeitar os profetas não é adoração a homens — é adoração ao Deus que os enviou. 

E o Deus que enviou, é o mesmo Deus que recompensa cada um que O teme.

CONCLUSÃO

Deus não mudou. Ele continua sendo santo. Seus profetas continuam sendo Seus escolhidos. E a ordem permanece: 

Não maltrate os Meus profetas.

Não importa quantos erros você veja — Deus é o Juiz. 

A Ele cabe corrigir. 

A nós cabe respeitar, orar e não julgar com a língua que destrói. 

Que este livro seja um aviso e também um chamado: que possamos ser um povo que respeita, que ama e que protege aqueles que Deus colocou entre nós.

Que o temor do Senhor volte aos lares, às igrejas e aos corações. 

E que ninguém sofra por desprezar aqueles que Deus protege.

“Não toqueis nos meus ungidos, nem façais mal aos meus profetas.” — Salmos 105:15

Servindo ao Senhor com temor e amor, levando a Palavra com fidelidade e lembrando sempre: Deus é quem escolhe, Deus é quem envia, e Deus é quem protege os Seus.

LIVRO NÃO MALTRATA OS MEUS PROFETAS

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