LIVRO JESUS CRUCIFICADO NO MEIO DE DOIS LADRÕES
Autor
Carlos Alberto Cândido da Silva
Ministério Assembleia de Deus Providência do Céu
Contato: 11 95725-5927
Data: 05/10/2016
Dedicatória
Dedico este livro a todo aquele que, assim como o ladrão arrependido, sente que o passado pesa demais, que os erros parecem apagar qualquer esperança, mas ainda assim ousa olhar para Jesus.
Que você encontre aqui a mesma misericórdia que ecoou da cruz: a salvação que não depende de quanto tempo vivemos, mas de Quem buscamos no último suspiro.
Sumário
1. Dois homens, mesma cruz, mesma proximidade
2. O silêncio de Jesus e os gritos dos que passam
3. O ladrão que zombou: perto, mas longe de verdade
4. O coração quebrantado reconhece a justiça de Deus
5. "Lembra-te de mim": um pedido que mudou a eternidade
6. A promessa que ninguém esperava: "Hoje estarás comigo no paraíso"
7. Proximidade não é comunhão: a lição mais séria da cruz
8. O passado não tem o poder de fechar a porta da graça
9. Agora é o momento: não espere pelo último instante
10. O que a cena da cruz pede de você hoje
Introdução
Eles foram levados juntos ao lugar chamado Caveira. Dois criminosos e o Filho de Deus.
Três cruzes erguidas lado a lado. De longe pareciam iguais: três homens sofrendo a mesma morte cruel.
Mas ali se desenrolou a decisão mais importante da história humana — e de cada vida que já existiu.
Os dois ladrões estavam na mesma situação. Viram os mesmos soldados, ouviram as mesmas blasfêmias, sentiram a mesma dor.
Um permaneceu endurecido, amargurado, exigindo respostas.
O outro reconheceu sua culpa e, num ato de fé que surpreendeu o céu, confiou em Jesus.
Esta cena não é apenas uma história do passado.
É um espelho para cada um de nós. Hoje você está diante de Jesus.
Pode zombar, pode ignorar, pode exigir sinais — ou pode se humilhar, reconhecer seus pecados e clamar: "Lembra-te de mim, Senhor".
A escolha é sua.
E ela dura para sempre.
Lucas 23:32-43
.......... ...MENSAGEM DO LIVRO...............
Dois homens ao lado de Jesus.
Mesma proximidade externa.
Escolhas diferentes.
Destinos eternos.
A cruz revela: não basta estar perto das coisas de Deus.
É preciso reconhecer quem Ele é, admitir quem somos e entregar o coração.
O ladrão não teve tempo para consertar a vida.
Mas teve tempo para crer — e isso foi suficiente.
Hoje é o seu momento.
A porta está aberta.
A promessa permanece:
"Hoje estarás comigo no paraíso."
Não espere. Responda agora.
Capítulo 1 — Dois homens, mesma cruz, mesma proximidade
"Também levavam outros dois, que eram malfeitores, para serem mortos com ele." — Lucas 23:32
Dois homens. Dois caminhos que se cruzaram naquele monte.
Ambos eram criminosos.
Ambos mereciam aquela morte segundo a justiça dos homens.
Ambos foram pregados na cruz, um à direita e outro à esquerda de Jesus.
Fisicamente, estavam separados por poucos metros.
Estavam tão perto que podiam ouvir cada palavra que saía dos lábios do Salvador. Podiam ver cada gota de suor e sangue que escorria pelo rosto Dele.
Podiam ouvir a oração que Ele fez por quem O matava: "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34).
A proximidade era igual para os dois.
Nenhum estava mais longe do que o outro.
Ambos tiveram acesso à mesma cena, ao mesmo testemunho, à mesma revelação do amor de Deus sofrendo em silêncio.
E aqui começa a primeira e mais profunda lição desta história: estar perto de Jesus não significa estar com Jesus.
Quantos frequentam os templos, ouvem a Palavra, participam das reuniões e, ainda assim, o coração permanece distante?
Quantos conhecem as verdades da Bíblia de ouvido, sabem citar versículos, mas nunca se curvaram diante da cruz?
Os dois ladrões estavam na presença física do Salvador, mas apenas um O reconheceu como Senhor.
Isso nos mostra que a presença externa não transforma; é a resposta do coração que faz a diferença.
No Evangelho de Mateus lemos que, no início, ambos zombavam de Jesus (Mateus 27:44).
O tempo passou.
A escuridão cobriu a terra.
O silêncio pesou sobre o monte.
Algo mudou no coração de um deles. Enquanto um endurecia ainda mais, o outro foi tocado pela graça.
Isso nos ensina: ninguém está tão longe que não possa se aproximar, e ninguém está tão perto que não possa se afastar.
A diferença não estava no lugar onde estavam — estava em quem eles escolheram enxergar.
Capítulo 2 — O silêncio de Jesus e os gritos dos que passam
"E os que passavam blasfemavam contra ele, meneando a cabeça..." — Mateus 27:39
Ao redor da cruz, o ruído era ensurdecedor. Líderes religiosos escarneciam:
Salvou os outros, não pode salvar-se a si mesmo!" (Mateus 27:42).
Soldados zombavam, oferecendo vinagre.
Os que passavam jogavam insultos.
E no meio de tudo isso, Jesus ficava em silêncio.
Não revidava.
Não se defendia.
Não pronunciava palavras de vingança.
Esse silêncio incomodava.
Para quem buscava provas externas, parecia fraqueza. Para quem observava com olhos de fé, era a maior declaração de poder que o mundo já viu.
O silêncio de Jesus não era derrota — era entrega.
Ele podia ter chamado doze legiões de anjos (Mateus 26:53), mas preferiu permanecer ali, por amor.
Esse contraste é impactante: os gritos dos homens e o silêncio de Deus.
Quantas vezes esperamos que Deus responda com trovões, com fogo, com sinais grandiosos — e Ele permanece calado.
E achamos que o silêncio significa abandono. Mas na cruz, o silêncio de Jesus era o preço da nossa salvação.
Ele suportou o insulto para que nós pudéssemos ter acesso ao Pai.
O ladrão que se arrependeu percebeu isso.
Ele não viu um derrotado — viu o Cordeiro de Deus levando o pecado do mundo.
Enquanto os outros julgavam pelo que ouviam e pelo que viam com os olhos naturais, ele enxergou com os olhos da fé. .
O silêncio de Jesus não o afastou — o aproximou.
Você também já passou por momentos em que pareceu que Deus não respondia?
Lembre-se da cruz.
O silêncio de Deus pode ser o espaço onde Ele está trabalhando de forma mais profunda. Não julgue Deus pelo que parece — confie no que Ele já fez.
Capítulo 3 — O ladrão que zombou: perto, mas longe de verdade
"E um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava contra ele, dizendo:
Não és tu o Cristo?
Salva-te a ti mesmo e a nós." — Lucas 23:39
Este homem estava a poucos metros de Jesus, mas a quilômetros de distância da verdade.
Ele viu tudo, ouviu tudo e não aprendeu nada. O sofrimento não o quebrou — o endureceu.
A dor não o levou ao arrependimento — o levou à revolta.
Mesmo naquela hora derradeira, sua exigência era a mesma dos líderes religiosos: faça um sinal, prove quem és, nos tire daqui.
Ele pedia salvação, mas nos seus próprios termos.
Queria a libertação da cruz sem a submissão ao Senhor.
Queria o benefício sem reconhecer a autoridade.
Isso é um engano muito comum ainda hoje: buscar a Deus apenas para resolver problemas materiais, pedir bênçãos sem entregar a vida, exigir respostas sem mudança de coração.
O erro deste homem foi medir Jesus pelo que os seus olhos viam no momento.
Viu um homem sofrendo e concluiu que não havia poder.
Não entendeu que era justamente aquele sofrimento que estava pagando o preço da salvação.
Não compreendeu que a aparente fraqueza de Deus é mais forte que a força dos homens (1 Coríntios 1:25).
Ele teve a mesma oportunidade que o outro.
O mesmo tempo, a mesma proximidade, a mesma cena.
Mas escolheu fechar os olhos do coração.
A porta da graça estava aberta — ele simplesmente entrou com a exigência e saiu com a revolta.
Isso nos alerta: nenhuma proximidade externa garante salvação se o coração não se render.
Você pode saber toda a Bíblia, frequentar todos os cultos, fazer todas as orações — se não reconhecer a Jesus como Senhor e entregar-se a Ele, continuará distante.
Capítulo 4 — O coração quebrantado reconhece a justiça de Deus
"Mas, respondendo o outro, repreendeu-o, dizendo:
Nem sequer tu temes a Deus, estando sob o mesmo julgamento?
Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o castigo que os nossos atos merecem; mas este nenhum mal fez." — Lucas 23:40-41
Aqui acontece a mudança que surpreende o céu. O segundo ladrão fala, e as primeiras palavras não são de exigência — são de reconhecimento.
Ele não justifica a própria vida.
Não diz "fui injustiçado", "a vida me tratou mal", "não tive oportunidades".
Ele simplesmente confessa:
Nós recebemos o que os nossos atos merecem".
Este é o caminho que leva à graça: admitir a verdade sobre si mesmo.
O orgulhoso sempre encontra alguém para culpar.
O coração quebrantado olha para dentro e vê a realidade sem máscaras.
Ele reconhece que a justiça de Deus é reta, mesmo quando dói.
E, ao lado da própria culpa, ele faz uma declaração que ninguém mais ousou fazer naquela colina: "Mas este nenhum mal fez".
Mesmo os discípulos haviam fugido.
Ninguém mais estava ali para testemunhar a inocência de Jesus.
Um criminoso, no fim da vida, foi quem proclamou a verdade que muitos negavam.
Ele olhou para Jesus e não viu um homem derrotado — viu o Santo de Deus.
Viu que, enquanto ele estava ali por seus pecados,
Jesus estava ali pelos alheios.
Isso é arrependimento verdadeiro: reconhecer quem nós somos e quem Ele é.
Colocar cada coisa no seu lugar.
Não comparar-se com os outros, mas comparar-se com a santidade de Deus.
Quem faz isso encontra caminho aberto para a misericórdia, não importa o quanto a vida tenha sido errada.
Capítulo 5 — "Lembra-te de mim": um pedido que mudou a eternidade
"E disse a Jesus: Senhor, lembra-te de mim quando vieres no teu reino." — Lucas 23:42
Esta é talvez a oração mais curta, mais humilde e mais poderosa de toda a Bíblia.
Não há reivindicação.
Não há promessas de mudança que não dá tempo de cumprir.
Não há relato de boas obras.
Apenas uma súplica sincera:
Lembra-te de mim".
Ele não pede para descer da cruz.
Sabe que o tempo de reconstruir a reputação já passou.
Não tem como apagar o passado.
Mas pede algo maior: ser lembrado pelo Rei quando tudo isto passar.
Ele reconhece que Jesus tem um reino — mesmo pregado na cruz.
Crê que Jesus é Senhor não apenas da vida, mas da morte e da eternidade.
Crê que, após aquela aparente derrota, Ele voltará em glória.
Que fé extraordinária!
Enquanto todos viam fracasso, ele via realeza. Enquanto todos falavam de hoje, ele falava de amanhã.
E o mais belo: ele não pede bênçãos materiais, nem prosperidade, nem fama.
Pede apenas estar com Ele.
Isso revela um coração que finalmente entendeu o que importa.
Quantas vezes nossas orações são longas, cheias de exigências, cheias de "dá-me isto, faz aquilo".
E este homem, sem tempo, sem recursos, sem obras para apresentar, faz o pedido que realmente importa:
Lembra-te de mim".
E Jesus ouviu. Deus não ouve o comprimento das palavras — ouve a sinceridade do coração. Um pedido assim, vindo de um coração quebrantado, chega imediatamente ao trono da graça.
Capítulo 6 — A promessa que ninguém esperava: "Hoje estarás comigo no paraíso"
"E Jesus lhe disse: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." — Lucas 23:43
A resposta veio rápido, direta, cheia de autoridade e ternura.
Jesus não disse "talvez", "veremos", "se fores digno". Disse:
Em verdade te digo".
É a garantia mais firme que existe.
E há três coisas maravilhosas nesta promessa:
Primeiro, "HOJE".
Não depois de anos de luta, não após provações, não no futuro distante.
Naquele mesmo dia.
No instante em que a fé clamou, a salvação foi concedida. Isso nos mostra que a graça não depende de quanto tempo vivemos, mas de quando nos voltamos para Deus.
O ladrão não teve tempo para fazer obras, para ser batizado, para mudar todos os hábitos — teve tempo apenas para crer, e isso bastou.
Segundo, "ESTARÁS COMIGO".
Não apenas salvo de um lugar, mas para estar com uma Pessoa.
O paraíso não é o maior prêmio — estar com Jesus é.
A presença Dele faz do paraíso o que ele é.
O homem que viveu afastado de Deus por toda a vida passará a eternidade ao lado do Salvador.
Terceiro, "NO PARAÍSO".
A porta fechada no Éden foi reaberta na cruz.
O acesso foi restaurado.
O que o pecado separou, a graça uniu.
Um criminoso, sem méritos próprios, entra no lugar de delícias não por merecer, mas por crer n’Aquele que mereceu por todos.
Esta promessa é para você também.
Não importa o que fez.
Não importa o quanto errou.
Se hoje você clama a Jesus com coração sincero, a resposta é a mesma: hoje, sim, hoje, você pode estar com Ele.
Capítulo 7 — Proximidade não é comunhão: a lição mais séria da cruz
Dois homens, mesma cruz, mesma cena.
O que os separou?
Não a distância física — estavam lado a lado.
Não o conhecimento — ambos ouviram as mesmas palavras.
Não a condição externa — ambos sofrendo igualmente.
O que os separou foi o coração.
Isso é um aviso solene para todos nós.
Há muitos que estão perto das coisas de Deus, mas não estão com Deus.
Sabem as histórias bíblicas, cantam os hinos, participam das reuniões, mas o coração nunca se rendeu.
Como diz a Palavra:
Não todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus" (Mateus 7:21).
A proximidade pode enganar os outros, pode enganar a nós mesmos, mas não engana a Deus.
Ele não olha para onde estamos sentados — olha para quem amamos.
O ladrão que zombou viu a luz e escolheu as trevas.
O outro viu o Cordeiro e escolheu segui-Lo, mesmo sem poder caminhar.
Existe uma diferença enorme entre saber sobre Jesus e conhecer Jesus.
O conhecimento sobre Ele pode encher a mente; o encontro com Ele transforma a vida.
Quantos se ofendem quando a Palavra confronta o pecado, assim como os que passavam pela cruz se ofenderam de Jesus?
Quantos buscam apenas o lado emocional ou as bênçãos, sem querer carregar a cruz?
A cena do Calvário nos pergunta com seriedade: você está perto — ou está com Ele?
Capítulo 8 — O passado não tem o poder de fechar a porta da graça
O ladrão arrependido não tinha um passado bonito. Era um criminoso.
A sociedade o condenou.
A sua consciência o condenou.
Mas ele descobriu algo maravilhoso: a graça de Deus é maior que qualquer erro.
Quantos de nós carregamos o peso de antigas falhas? Pensamos: "fui longe demais, pequei demais, Deus não pode me aceitar".
A história deste homem vem para quebrar toda e qualquer desculpa.
Ele não tinha nada a oferecer a não ser a própria culpa — e foi aceito plenamente.
A Bíblia diz: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).
Não diz "se consertarmos tudo primeiro", "se formos bons o suficiente". Diz: se confessarmos.
É isso que o ladrão fez. Reconheceu, não justificou, entregou — e foi perdoado.
O passado é um lugar de aprendizado, não de morada. Cristo não morreu para condenar quem foi — mas para salvar quem pode ser n’Ele.
Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2 Coríntios 5:17).
O seu passado não define o seu futuro se você o entregar a Quem segura o tempo e a eternidade.
O ladrão não teve tempo para reconstruir a reputação.
Mas teve tempo para ser reconstruído por Deus. E isso foi suficiente.
Se ele foi aceito, ninguém pode dizer "é tarde demais para mim".
Capítulo 9 — Agora é o momento: não espere pelo último instante
A história do ladrão arrependido é linda, mas não deve ser usada como desculpa para adiar a entrega a Deus. Ele foi salvo no último momento — mas quantos chegam ao fim e não têm forças nem para clamar?
Quantos partem sem aviso prévio?
A Bíblia adverte: "Estando o tempo apropriado, vos acolhi, e no dia da salvação vos socorri.
Eis aqui, agora é o tempo apropriado; eis aqui, agora é o dia da salvação" (2 Coríntios 6:2).
Contar com a misericórdia no fim sem buscar a Deus agora não é fé — é presunção.
O ladrão não planejou esperar até a cruz.
Ele não disse "vou aproveitar a vida e só me arrependo no final".
Ele viveu longe, mas quando a luz brilhou, não recusou.
O fato de Deus o ter encontrado naquela hora não é garantia de que fará o mesmo com quem adiou de propósito.
Não brinque com a graça.
Não diga "amanhã me entrego".
O amanhã pertence a Deus, não a você.
Hoje a porta está aberta.
Hoje a voz Dele chama. Hoje há perdão.
O ladrão aproveitou o instante que restou — você tem o dia inteiro, tem agora, tem a oportunidade plena.
Por que esperar até que a doença, a dor ou a morte batam à porta?
Entregar-se a Deus hoje é garantia de paz, de alegria, de transformação.
Esperar é arriscar perder a chance.
"Buscai ao Senhor enquanto se pode achar; invocai-o enquanto está perto" (Isaías 55:6).
Capítulo 10 — O que a cena da cruz pede de você hoje
Agora você conhece a história. Ouve o mesmo silêncio, a mesma oferta de amor, a mesma pergunta que ecoa do monte: o que você fará com Jesus?
Não há terceira cruz.
Você não está pregado ao lado Dele.
Está livre, tem tempo, tem oportunidade.
Mas a escolha é a mesma: endurecer o coração como o primeiro ladrão, ou quebrantá-lo como o segundo.
A cena da cruz pede de você:
- Reconhecimento: admitir que precisa de perdão, que não basta a si mesmo.
- Fé: crer que Jesus é quem diz ser — o Rei que salva pelo sofrimento, o Santo que morre pelos pecadores.
- Súplica sincera: não palavras bonitas, mas o grito do coração: "Senhor, lembra-te de mim".
- Entrega agora: sem esperar por um momento que pode não chegar.
Jesus está olhando para você hoje, assim como olhou para aquele homem.
A promessa permanece: quem vem a mim, de modo nenhum lançarei fora (João 6:37).
Não importa quem você é.
Não importa o que fez. Se hoje você olha para a cruz e diz: "Senhor, eu creio em Ti, lembra-te de mim", a resposta é a mesma que ecoou há dois mil anos:
"Hoje estarás comigo no paraíso."
Oração Final
Senhor Jesus, que estiveste no meio de dois ladrões, ouve a minha oração.
Reconheço que não sou merecedor de Tua graça.
Os meus erros são muitos, e a minha vida, sem Ti, não tem sentido.
Mas, assim como o homem na cruz, eu clamo: "Senhor, lembra-te de mim".
Não quero esperar pelo último instante.
Quero ser Teu hoje.
Perdoa o meu passado, transforma o meu presente e conduz o meu futuro.
Que eu nunca mais esteja apenas perto de Ti, mas sim com Ti, em comunhão plena, todos os dias da minha vida.
Eu creio que Tu morreste por mim e ressuscitaste para me dar vida eterna.
Recebo a Tua promessa: hoje, sim, hoje, sou Teu!
Em nome de Jesus, amém.

Nenhum comentário:
Postar um comentário