quarta-feira, 1 de março de 2023

O QUE É O LIVRE-ARBÍTRIO


Basicamente o livre-arbítrio é um conceito que afirma a liberdade absoluta da vontade do homem. A palavra “livre-arbítrio” não aparece na Bíblia, mas é tema de intensos debates entre os cristãos. 

Alguns defendem que o homem tem livre-arbítrio, outros afirmam que ele não tem.

A discussão sobre o livre-arbítrio não se resume apenas ao Cristianismo, na verdade nem teve origem nele. 

O problema da absoluta liberdade da vontade é discutido principalmente pela teologia, filosofia, psicologia e ciência.

O que é o livre-arbítrio

De forma bem resumida, podemos dizer que o livre-arbítrio é a capacidade de decisão sem qualquer tipo de influência ou condicionamento. 

Como foi dito, o livro-arbítrio é a expressão de liberdade da vontade humana em seu sentido mais absoluto.

A palavra “arbítrio” transmite o sentido de “decisão” ou “julgamento”. 

Um exemplo raso do significado de livre-arbítrio pode ser percebido na ação de um juiz esportivo.

 Ele não pode pender seu arbítrio para qualquer um dos lados. 

Ele precisa ser completamente neutro.

 É por isto que um juiz não pode apitar uma partida da seleção de seu país, pois acredita-se que seu arbítrio estaria prejudicado.

Muitos ensaios teológicos, filosóficos e científicos já foram desenvolvidos para tentar lidar com esse problema. 

Na filosofia destacam-se as teorias deterministas, indeterministas e compatibilistas.

Boa parte dos filósofos chega a conclusão sobre a inexistência do livre-arbítrio, pelo menos em seu sentido mais original. 

Uma parte importante da academia cientifica também adota a mesma conclusão. 

Há uma série de fatores que influenciam a vontade humana, como: fatores genéticos, químicos, físicos, geográficos, ambientais, culturais, educacionais etc. 

Segundo eles, em muitas vezes essa influência é irresistível.

O livre-arbítrio na teologia cristã

Na teologia, a discussão sobre a existência do livre arbítrio vem desde os primeiros anos da História da Igreja. 

Dois embates ficaram muito conhecidos: entre Pelágio e Agostinho; e entre Erasmo de Roterdã e Martinho Lutero.

Dentre todas as linhas teológicas, o Pelagianismo é aquela que defende a existência do livre-arbítrio em seu sentido pleno. 

Pelágio negou o pecado original, e afirmou que todos os homens nascem num estado de completa inocência. 

Assim, sua vontade é igualmente livre tanto para o bem quanto para o mal. 

A heresia do Pelagianismo implica que a salvação é possível mesmo sem a graça de Deus. 

Já o Semipelagianismo assume que a vontade do homem depois da Queda de Adão se tornou enfraquecida. 

Contudo, ainda ela é capaz de fazer escolhas e cooperar com a graça divina.

O Arminianismo, pelo menos em sua forma clássica, nega o livre-arbítrio após a Queda. 

Tanto para Jacó Armínio como para arminianos como John Wesley, o livre-arbítrio do homem caído está destruído.

 A menos que seja assistida pela graça divina, a vontade do homem é livre apenas para o mal. 

Claro que esse tipo de Arminianismo difere-se bastante da forma de Arminianismo mais propagada na atualidade.

O Calvinismo também nega o livre-arbítrio depois da Queda do homem. 

Essa visão entende que o homem natural é livre apenas para escolher o mal.

 Sua vontade é escrava do pecado, e por isso é incapaz de fazer o bem espiritual e inclinar-se na direção de Deus. 

Nesse caso, a menos que o Espírito Santo opere a regeneração no pecador, ele jamais poderá desejar e amar as coisas de Deus


O livre-arbítrio na Bíblia

Como já foi dito, a palavra livre-arbítrio não aparece na Bíblia. 

Todavia, sem dúvida a Bíblia mostra o homem sendo convidado a fazer escolhas.

 Isso está de acordo com o que o homem é. 

Ele é um ser originalmente criado à imagem e semelhança de Deus, e moralmente responsável (Gênesis 1:27-31).

Mas por outro lado, a Bíblia também mostra o homem num estado de completa inimizade para com Deus. Isto aconteceu depois que Adão transgrediu a lei de Deus. 

Antes de desobedecer à ordem do Senhor, Adão e Eva desfrutavam de um estado de completa inocência. Isto significa que eles eram capazes de obedecer à lei de Deus, pois não possuíam sua natureza inclinada ao mal (Eclesiastes 7:29).

Mas depois que o primeiro casal escolheu transgredir a lei de Deus, a natureza humana tornou-se corrompida pelo pecado. 

Adão era o representante da humanidade, e quando ele falhou, toda a humanidade falhou nele. Isto significa que o homem já nasce em pecado (Salmo 51:5). 

Negar isto é negar o ensino bíblico e abraçar a heresia do Pelagianismo.

O resultado é o que podemos ler nas Escrituras. Somos informados de que todos os homens pecaram e que não há um justo se quer. Segunda a Bíblia, não há ninguém que busque a Deus (Romanos 3:10-23; cf. Gênesis 6:5). 

Se o homem tivesse realmente o livre-arbítrio, ele seria pecador porque pratica o pecado. 

Mas o ensino bíblico é o de que o homem pratica o pecado porque ele é pecador. 

Um arbítrio escravo

O apóstolo Paulo define que o homem natural é escravo do pecado (Romanos 6; cf. João 8:34). 

Ser escravo implica exatamente em ser privado de liberdade. 

O mesmo apóstolo também deixa bem claro a deficiência da vontade humana. 

Ele diz não ser capaz de fazer o bem que prefere, mas o mal que não quer, esse ele faz (Romanos 7:19). 

O profeta Jeremias escreve que o coração do homem é enganoso, mais do que todas as coisas, e também perverso (Jeremias 17:9).

A Bíblia também descarta a possibilidade de o homem, sozinho, ser capaz de uma escolha espiritualmente boa.

 O próprio Deus responde que é impossível que o homem mau faça o bem, assim como também é impossível que o etíope mude a cor de sua pele, e o leopardo as suas manchas (Jeremias 13:23).

Além disso, a Bíblia não mostra a vontade do homem apenas doente e debilitada, como defende o Semipelagianismo.

 As Escrituras afirmam que a vontade do homem caído é morta.

 Ele está morto em delitos e pecados. 

A menos que o homem seja vivificado por Deus, ele não fará o bem espiritual, nem mesmo se inclinará à vontade santa e justa do Senhor (Efésios 2:1-4).

Temos livre-arbítrio?

Como vimos, essa pergunta só poderá ser respondida desde que seja definido o que se entende sobre livre-arbítrio. 

Se livre-arbítrio for definido como sendo uma capacidade de escolher aquilo que sua natureza lhe possibilita escolher, então sim, o homem tem livre-arbítrio.

Porém, se livre-arbítrio for definido no seu sentido técnico, implicando uma absoluta autonomia da vontade humana, então não, o homem não tem livre-arbítrio.

A questão é que quando alguém escuta que o homem não tem livre-arbítrio, isto parece soar estranho e contraditório, afinal, fazemos escolhas todos os dias. 

Além disso, logo as pessoas pensam que negar o livre-arbítrio é o mesmo que afirmar que somos robôs programados para fazer determinadas coisas.

Claro que isto não é verdade. 

Nós tomamos decisões, fazemos escolhas e somos moralmente responsáveis por elas. 

Isso indica que as escolhas que fazemos são realmente nossas escolhas. 

Porém, isso não significa que nossa vontade é completamente livre de qualquer influência ou que não conheça limites. 

Aqui é importante dizer que não estamos resumindo essa questão às escolhas do nosso cotidiano. 

Não estamos falando de escolher a cor de uma camisa ou o sabor de um sorvete. 

Estamos falando da capacidade de escolher livremente entre o bem espiritual e o mal moral.

Livre-arbítrio e livre-agência

A teologia explica isso no conceito de livre-agencia. A livre-agencia significa que somos agentes livres de acordo com nossa natureza. 

Em outras palavras, somos plenamente livres dentro dos limites de liberdade que possuímos. 

Assim, nós escolhemos, decidimos e fazemos.

Por exemplo, antes da Queda, como agente livre, Adão podia escolher entre o bem e o mal, pois tinha o livre-arbítrio. 

Depois da Queda, com sua natureza corrompida, o homem natural ainda faz escolhas, mas suas escolhas são inclinadas ao mal. 

Ele não é capaz de escolher o bem porque sua natureza está limitada nesse sentido. 

Ele não tem mais o livre-arbítrio, mas ainda é livre-agente. Cada vez que ele toma uma ação, tal ação é livre de acordo com a vontade de sua natureza.

O livre-arbítrio e o cristão

Isso explica o porquê da necessidade do novo nascimento. 

É no novo nascimento (ou regeneração) que o Espírito Santo muda a inclinação do nosso coração. 

Ele nos faz novas criaturas, e nos capacita a escolher aquilo que é espiritualmente bom. 

A imagem de Deus que foi desfigurada pelo pecado, através da ação do Espírito Santo começa a ser reconstruída. 

Dia após dia vamos sendo moldados à semelhança de Cristo.

Alguns cristãos acreditam que após a regeneração, o homem passa a ser dotado do livre-arbítrio novamente.

 Porém, mesmo depois da regeneração, a Bíblia não dá indícios de que recuperamos a capacidade de nosso livre-arbítrio.

Se isso fosse verdade, seríamos capazes de escolher nunca mais pecar. 

Mas a Bíblia diz que durante toda nossa vida terrena, ainda precisamos lutar contra nossa velha natureza pecaminosa com o auxílio do Espírito Santo.

 Esse processo é chamado de santificação, e dura a vida inteira.

 Por isto, toda escolha espiritualmente boa que fazemos, apesar de sermos realmente nós que escolhemos voluntariamente, os méritos não são nossos.

Com relação a nossa vida futura, a Bíblia também não indica a existência do livre-arbítrio, pelo menos não no sentido de fazer escolhas entre o bem e o mal moral. 

No novo céu e nova terra, o mal moral (pecado) não mais existirá. 

Logo, não teremos o livre-arbítrio de se rebelar contra Deus na eternidade. 

É por isto que nossa vida futura será muito superior ao que foi a vida de Adão no paraíso. 

Para Adão e Eva no Éden, o mal moral era uma possibilidade real. 

Para nós no novo céu e nova terra, essa possibilidade não mais existirá. 

Porém, ainda seremos livres-agentes.


A irracionalidade do livre-arbítrio

Neste texto não abordamos a questão da providência divina.

 Aqui nós não adicionamos ao nosso debate a doutrina sobre a forma com que Deus governa todas as coisas. 

Trataremos desde tema num outro texto. 

Nele, falaremos sobre a soberania de Deus e a responsabilidade humana.

Mas apenas para pontuar essa questão do livre-arbítrio, os cristãos genuínos afirmam a onisciência de Deus. 

Tanto calvinistas quanto arminianos concordam que Deus é onisciente e conhece exaustivamente todas as coisas (passado, presente e futuro).

Portanto, a partir do momento em que se assume que um Ser conhece o futuro, torna-se logicamente incoerente defender uma ideia de livre-arbítrio pleno. Para Deus, cada acontecimento do futuro já é um fato consumado. 

Calvinistas e arminianos podem debater sobre como isto acontece, mas não podem negar essa verdade.

Isso significa que nada do que Ele conhece pode ser alterado, a menos que Ele esteja errado. 

Outra alternativa seria negar que Deus é onisciente, assim como Teísmo Aberto faz. 

Logo, Deus deixaria de lado um de seus atributos para tornar o homem realmente livre.

 Creio que pareça óbvio que essa doutrina é uma heresia perigosa.

Também é importante que fique claro que este não deve ser um tema que cause divisão entre os cristãos. 

Sobre o livre-arbítrio na Bíblia, certamente a melhor posição é ir até onde as Escrituras nos permitem ir. O homem é livre para fazer suas próprias escolhas, e é responsável por cada uma delas. 

Ele realmente escolhe voluntariamente de acordo com sua natureza.

 Isso acontece de uma forma que não conflita com a soberania divina. Isso também não significa que sua vontade é absolutamente livre para escolher entre o bem espiritual e o mal moral.

Na Bíblia temos vários exemplos de homens sendo expostos a uma escolha diante de Deus.

 No entanto, não temos nenhum exemplo de alguém que tenha escolhido o bem espiritual unicamente pela força de sua própria vontade.

Para quem quiser provar a existência do livre-arbítrio em seu sentido pleno, basta escolher nunca mais pecar. 

Se conseguir, então além do livre-arbítrio existir, a Bíblia estará errada. 

Particularmente, “escolho” ficar com as Escrituras.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

UM CRISTÃO PODE OUVI MUSICA DO MUNDO


Antes de falarmos propriamente sobre o termo música secular uma definição inicial de música pode ser caracterizada por uma arte que combina sons com uma sequência agradável no qual o compositor coloque as suas ideias seus sentimentos, suas perspectivas de moral e ética.

A música consegue penetrar na alma do ser humano, pois mexe com as emoções. 

Mas não só: ela pode influenciar a nossa maneira de pensar, de ver as coisas, de nos associarmos a um grupo ideológico, etc.

Quando falamos em música secular, de maneira simples, podemos dizer que é toda a música que não fala diretamente de e sobre Deus, dos princípios bíblicos, porém não traz nada, de maneira aberta, que fere valores associados ao Cristianismo e a Bíblia. Portanto, a música secular, de modo geral, abrange as áreas da vida que o Senhor criou, entretanto, devido ao pecado, existe uma distorção e uma forma de pensar corrompida pelo homem.

Ao lermos a Bíblia não encontramos nenhuma indicação que não possamos ouvir música secular ou músicas que chamaríamos de “música sagrada”. Esta dualidade foi criada pelo homem. 

Temos sempre de lembrar do “bom senso” ao que tipo de música convém ouvir, mas não há uma proibição imposta na Bíblia sobre isso.

Música secular é do diabo?

Não, música secular não é necessariamente trabalho do diabo. 

Existem músicas com uma mensagem muito ruim, que servem mesmo ao diabo, mas há muita música secular que é bonita e não é má.

 É errado ser radical e proibir toda a música que não seja religiosa. Deus, em Sua infinita misericórdia, deu o dom de fazer boa música a muitas pessoas que não O conhecem. 

Alguns pervertem esse dom e fazem música cheia de mensagens erradas, mas muitos outros usam o dom de forma inocente, apenas para criar algo belo.

Só porque uma música vem de uma pessoa que não é cristã, isso não significa que é ruim e que não devemos escutar. 

Pouca gente tem problema com música clássica, mas muitos compositores clássicos eram homens perversos, sem temor a Deus.

 Também há canções cristãs lindas que foram compostas e escritas por pessoas não cristãs.

 Uma canção pode ter origens ruins e ainda ser usada por Deus (1 Coríntios 1:28-29).

Escutar música “do mundo” é pecado?

Não, escutar música que não é religiosa não é pecado.

 A mesma canção pode inspirar uma pessoa a atos maus e outra a louvar a Deus! 

Isso acontece com todos os gêneros musicais, com e sem letra. Pecado não é ouvir a música, pecado é deixar a música lhe afetar de maneira ruim.

Quem tem Jesus no seu coração não precisa de regras dizendo “você não pode ouvir essa ou aquela música” (Colossenses 2:20-23). 

Há música que quando ouvimos, sabemos que é má e não sentimos bem escutando. 

Quando você sente isso, é melhor não escutar. 

Mas a mesma música que é má para você pode trazer uma mensagem profunda para outra pessoa. O melhor é não condenar os outros pela música que ouvem

Deus não nos tirou do mundo. 

Não podemos viver totalmente isolados de tudo que está lá fora (João 17:18). 

Podemos apreciar uma música pela sua técnica, sem concordar com o seu autor nem com a sua mensagem.

 Em Cristo temos a liberdade de apreciar o que há de bom no mundo sem nos contaminarmos com o pecado.

Música secular também é um meio muito bom para conversar com outras pessoas que não são crentes.

 É um ponto em comum, que ajuda a quebrar barreiras de medo e preconceito.

 Tal como Paulo não teve problema em citar filósofos pagãos para se ligar com o povo, nós também não devemos ter medo de usar a linguagem que o mundo entende para passar a mensagem de Cristo.

Mas eu como pastor Carlos não preciso usar s coisa do.mundo Para   ganha  alguém pra Deus  ,

José estava  no Egito  mas não sê  contaminou a fé  dele em Deus  estava  firme .

No meio cristão, principalmente entre os evangélicos, essa é uma pergunta que ainda gera polêmica: 

Posso ouvir músicas seculares, que não pertencem ao gospel?

Entre os fieis, há quem defenda que o hábito de ouvir as chamadas “músicas do mundo” não tem nada a ver, desde que as letras não sejam contrárias ao que a Bíblia prevê.

Por outro lado, outras pessoas entendem que o verdadeiro crente deve ouvir apenas músicas que seja notadamente de louvor a Deus.

Para quem gosta de boa música, se é secular ou gospel, não vem ao caso. Só que você deveria saber as letras, dar uma olhada no comprometimento do intérprete, que nem sempre é o autor da canção”, apontou.

“Assim como tem muita gente gospel cantando muito bem, mas com vida toda torta, também podemos encontrar pessoas muito certas cantando músicas seculares. 

Não vou fazer apologia disso, mas não vou dizer que não paro para ouvir músicas que me estimulam”, acrescenta.

ainda destaca que sua posição é fruto mais de uma opinião pessoal do que, necessariamente, algo totalmente baseado na Palavra de Deus.

“Eu não sou muito a favor de ouvir música secular. Mas vou dar a minha posição. 

E isso sem nem falar biblicamente. 

Até porque não tenho muita base bíblica para falar sobre música secular ou não. 

Eu sempre gostei de uma boa música.

 E aprendi que, ao longo do tempo, a poesia acabou indo embora, em muitos contextos, quer secular, quer gospel”, explicou.

Eu acho que vale a pena uma reflexão. Estou dando uma posição equilibrada”, completou.

E qual é a sua opinião? 

Acha que o cristão pode ouvir música secular ou deve evitar e focar apenas nas que pertencem ao meio gospel?

Claro que não!

 Simples e objetivamente: 

Um cristão não deve ouvir música do mundo?

você poderia dizer. Calma.

 Antes de discordar do que escrevi e me crucificar, é importante que entenda exatamente o que estou querendo dizer.

 É que há um ponto nevrálgico nessa discussão: temos de compreender precisamente o que é “música do mundo”

música do mundo”. Pois música “secular” é uma coisa, música “do mundo” pode ser outra completamente diferente. E aí nós temos uma questão interessante a debater. Que, para solucionar, temos que pensar sempre dentro da Bíblia.

(Só um alerta, em amor: essa questão não se define em 3 ou 4 parágrafos. Por isso, este será um post longo e, se você estiver sem tempo de ler ou não tiver paciência de ler textos compridos, sugiro que nem vá adiante. Mas, se quiser prosseguir, vamos juntos, passo a passo.)

 

1. O que a Bíblia chama de “mundo”?

Primeiro temos que compreender o que a Biblia chama de “mundo”. No contexto das Escrituras, “mundo” (do gregokosmos) é todo um sistema de valores e práticas que se opõem ao Evangelho, ou seja, àquilo que Jesus ensinou. 

Ao Reino de Deus. Às boas-novas de salvação. 

Logo, tudo o que contraria os genuínos ensinamentos cristãos, a ética cristã, a moral cristã, os conceitos bíblicos é… do mundo. 

E, nesse sentido, não é “mundo” com significado de “universo” ou “planeta terra”, mas no sentido de tudo.

2. Os cristãos não devem se misturar com o que é do mundo

Tendo entendido o que é “mundo” segundo a Biblia, vamos ao segundo passo: provar biblicamente que Jesus e o que é do mundo não se misturam. 

E, logo, que o cristão e o que é do mundo não se misturam. Para isso, vamos à Palavra de Deus:


1  João 2:15 – “Não ameis o mundo nem as coisas que há no mundo. Se
alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”.

João 1:10 – “O Verbo estava no mundo, o mundo foi feito porintermédio dele, mas o mundo não o conheceu”.

1  Jo 4.4,5 – “Filhinhos, vós sois de Deus e tendes vencido os falsosprofetas, porque maior é aquele que está em vós do que aquele queestá no mundo. Eles procedem do mundo; por essa razão, falam daparte do mundo, e o mundo os ouve”.

João 3:17 – “Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele”.

João 15:19 – “Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia”.

Há muitas outras passagens, como a famosa Jo 3.16, mas, para não tornar este texto demasiadamente enfadonho, acredito que essas já são suficientes para demonstrar essa realidade: se você é cristão, se você é sal da terra e luz do… mundo… não deve se misturar ao que vai contra Cristo e aos ensinamentos de Cristo.

E tudo o que vai contra Cristo… É mundo.

Até aqui tudo bem? 

Ficou claro que, segundo a Biblia, o cristão não deve se misturar com valores anticristãos, ou seja, mundanos?

 Ok então, vamos adiante.

3. O que é música “do mundo”?

Seguimos para o terceiro e fundamental passo: dedinir o que exatamente é “música do mundo” – aquela que, pelo que já vimos pelos dois passos anteriores, tem de ser evitada pelo cristão. 

“Música do mundo” seria, então,  aquela que contraria o Evangelho, que se opõe aos ensinos de Jesus, que leva aos ouvidos (e, em seguida, ao cérebro e, como consequência, ao coração e à alma) mensagens que batem de frente com a ética de Cristo, com as boas-novas do Reino de Deus. 

Então, o conceito de “música do mundo” está ligado diretamente a aquilo que determinada canção diz: seus valores, sua filosofia, seus ensinamentos.

Portanto, biblicamente, uma música ser ou não do mundo não tem nada a ver com estilo musical, instrumentos utilizados, melodia, harmonia ou ritmo. Tem a ver com MENSAGEM. Com o que ela diz. Com o que ela defende. Com o que ela ensina.

Tendo compreendido isso, vamos falar a respeito de alguns mitos e algumas verdades sobre música “do mundo” e música “cristã”:


Fato 1)
 A Bíblia não determina cantarmos ou ouvirmos apenas músicas religiosas

Embora todos amemos e devamos louvar, elogiar o Senhor em canções e reconhecer quem Ele é e faz, a Bíblia não afirma diretamente        em nenhuma passagem que o cristão só pode ouvir músicas que falem de Deus ou que sejam louvores. 

Pelo contrário, uma leitura atenta  dos livros de Salmos, Cântico dos Canticos e até mesmo Jó, por exemplo, demonstram que a exaltação da criação de Deus, do amor, de  sentimentos belos são algo lícito ao povo de Deus. 

O Salmo 150 infere que louvar deve ser uma explosão de amor pelo Criador. 

Mas não  há proibição bíblica de cantar o amor de um homem pela mulher que ama, por exemplo. Assim, não é antibíblico (logo, não é pecado) eu  escrever uma poesia de amor para minha amada ou mesmo uma que exalte as belezas da cidade onde vivo e em seguida musicar esses  versos. 

Poderia, por exemplo, cantar

Bom para todos leitores  aí está uma pequena  resposta  do que vocês deve  ouvir  entende que nem tudo a bíblia proibir  mas cuidado  não cair  na tentação  do mundo ,

Eu como pastor Carlos a 21 ano na presença  de Deus  nunca escultor  musica do mundo e nem condeno  a ninguém  todos  nós  vamos está na presença de Deus  e vai da conta  de tudo que nos fez aqui na terra .

Pó  seu bem e meio vocês Esculta   musica  que vem de Deus  que deixa  sua almas  focado em Cristo Jesus ,,

A bíblia falar  assim  Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são permitidas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma delas” (1 Coríntios 6:12).

Muitas músicas seculares são sim “do mundo” e devemos evitá-las


Aí você pode estar pensando “Uhu! 

Então liberou geral! 

Posso ouvir o que quiser!”. 

Nananinanão. 

Não é bem assim. 

Biblicamente você pode ouvir uma música que não necessariamente fale de Deus, mas você SEMPRE tem que prestar atenção na letra das músicas, na MENSAGEM que elas transmitem. 

Se essas músicas apregoam valores antibíblicos, porque aí sim elas são músicas do mundo. 

E aqui vou dar exemplos práticos. Em pleno Rock in Rio, li no twitter uma cristã dizendo que estava triste porque não poderia assistir ao show dos Titãs.

 Por isso, decidi tomar esse grupo como exemplo. Bem, os Titãs têm músicas cujas mensagens são claramente antibíblicas. 

E, por definição, são “música do mundo”. 

Por exemplo, comecemos com a música mais óbvia, chamada Igreja.

 Leia com atenção a letra, com especial atenção ao que está em negrito:

Agora… você, que é cristão, me responda sinceramente: você cantaria essa música achando que “não tem nada a ver”?

 Se alegrando, sorrindo e pulando? 

Isso é algo que uma pessoa lavada e redimida pelo sangue daquele que foi à Cruz pelos pecadores sai cantando feliz da vida? 

Haveria anjos ao redor se alegrando? 

Você responda

Mas se a Bíblia diz que há um Deus que controla todas as coisas, como seria possível que “o acaso” protegesse alguém? 

Biblicamente, “acaso” é um conceito que não existe

Para terminar, volto ao início de nosso texto, para a pergunta-título deste artigo. 

Se você me perguntar “um cristão deve ouvir música do mundo?”, eu vou voltar a afirmar: “Claro que não!”. 

Pois o cristão deve sempre caminhar de acordo com as Sagradas Escrituras. E se uma música, secular ou religiosa, traz em si ensinamentos antibíblicos… meu irmão, minha irmã, jogue o CD fora

  • O argumento Paulo  ao  coríntios: 

  • Todas as coisas me são lícitas!
  • A resposta ao argumento: 

  • Mas nem todas as coisas são proveitosas!
  • Mais uma vez o argumento: 

  • Tudo me é lícito!
  • Outra resposta ao argumento: 

  • Mas eu não me deixarei dominar por nada!

  • Alguns crentes pensavam que podiam fazer o que bem entendessem, já que eram livres em Cristo.

    Eles não buscavam ter uma vida de santificação. 

  • Ao invés disto, eles se entregavam a toda natureza de imoralidade. 

  •  Eles extrapolavam todos os limites e procuravam justificar seus pecados dizendo que tudo lhes era lícito. 

  • Os coríntios simplesmente estavam confundindo a liberdade com a libertinagem.

  • Uma vez mais o apóstolo repete o argumento “tudo me é lícito”. 

  • Aqui é fácil perceber o contraste entre tudo e nada. No idioma grego,

  •  Paulo faz uso de um trocadilho. Ele realmente concorda com a expressão “tudo me é lícito”, mas trata de colocá-la no lugar correto.

  • uma pessoa pode exercer a liberdade cristã livremente em todas as coisas, desde que isso ocorra em comunhão com Cristo. 

  • Esse entendimento deve reger nossa vida em todos os aspectos. 

  • Obviamente aqui também deve ser incluído os nossos apetites naturais. 

  • Se entendermos isto, realmente poderemos declarar de forma pessoal: “Tudo me é lícito, mas nem tudo me convém”.

domingo, 26 de fevereiro de 2023

PALHA OU ÁRVORE QUEM VOCE É


Você já parou para pensar ao lado de quem você está sentado?

 Você sabe por que preferiu ficar ao lado dessas pessoas?

 Olhe para elas. 

Você é capaz de reconhecer algumas qualidades? 

Que tipo de caráter seus amigos e amigas têm? 

Há um velho ditado que diz: “Dize-me com quem andas e te direi quem és”. 

É apenas um velho ditado! 

Mas creio que boa parte de vocês já o ouviu muitas vezes.

 E sabem por quê? 

Pois somos conhecidos pelas coisas que praticamos pelos lugares que freqüentamos e pelas pessoas com as quais convivemos. 

Este é um dos motivos pelos quais os pais sempre se preocupam com seus filhos.

 Eles querem o melhor para eles, por isso os observam e os aconselham.

 Da mesma forma, temos um Deus que se preocupa conosco e, por isso nos orienta.

Razão pela qual, este Salmo sapiencial aponta para dois caminhos ou comportamentos que representam dois modos de vida com resultados diferentes.

 Ao mesmo tempo contrasta os dois únicos tipos de pessoas do ponto de vista de Deus, tendo cada tipo um conjunto distintivo de princípios de vida.

1 Bem-aventurado o homem
que não anda no conselho dos ímpios
não se detém no caminho dos pecadores,
nem se assenta na roda dos escarnecedores.

2 Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR,
e na sua lei medita de dia e de noite.

3 Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas,
que, no devido tempo, dá o seu fruto,
e cuja folhagem não murcha;
e tudo quanto ele faz será bem sucedido.

4 Os ímpios não são assim;
são, porém, como a palha que o vento dispersa.

5 Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo,
nem os pecadores, na congregação dos justos.

6 Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios perecerá

Salmo 1.1-6

O salmista inicia declarando que Bem-aventurado é o homem que, primeiro, não anda no caminho dos ímpios, ou seja, não participa das idéias dos ímpios, suas ações não são inspiradas em princípios mundanos, maldosos e astutos; segundo, que não se detém no caminho dos pecadores, ou seja não participa dos seus projetos, não adota a linha de comportamento deles; terceiro nem se assenta na roda dos escarnecedores, ou seja, não participa do seu modo de agir, zombando de Deus e de coisas eternas. Porém, antes, tem a lei do Senhor por conselheira, tema de reflexão habitual, guia e norma de conduta. Ela é acolhida com prazer e não com pesar, é uma adesão alegre movida pela obediência e motivada pelo amor. Assim, bem-aventurado é aquele que é fiel a Deus naquilo que evita e naquilo que faz. Bem-aventurado significa que o justo desfrutará do favor e das graças especiais de Deus. Bem-aventurado não somente é a palavra pela qual este salmo se inicia, mas é também, a essência do que é prometido aos que meditam na Palavra de Deus, noite e dia. Meditar não é apenas ler como se fosse um dever, mas é procurar entender espiritualmente a lei do Senhor e, em seguida, aplicá-la à sua própria vida.

No versículo dois, a palavra em hebraico torah, traduzida por lei, pode ser interpretada como instrução e como a Palavra viva de Deus, que sai ao encontro das pessoas para manifestar-lhes a sua vontade e, assim, conduzi-las pelo caminho da vida e do bem.

A partir dos versos três, o autor faz uso de comparações campesinas para caracterizar o justo e o ímpio. O justo é visto como uma árvore bem irrigada, frondosa, bem enraizada e carregada de frutos maduros, diante da inconsistência da falta de raiz e instabilidade da palha que o vento leva.

Proposição

Diante dessas comparações podemos aprender que há dois caminhos que se contrastam e são metáforas da conduta humana. Transição: Um deles é o caminho que leva à...

I – morte, caracterizada aqui pelo ímpio que...

1. não ama a lei do Senhor, antes a odeia e dela escarnece;

2. não é como a árvore saudável, plantada ao lado de águas abundantes, porém é como a palha. O que é a palha e por que a palha? Por que será que este é comparado à palha? O que se sabe é que a palha era lançada ao vento pelo processo de joeiramento, ou seja, após a colheita, os lavradores lançavam os grãos debulhados para cima, para que o vento levasse a palha mais leve à medida que os grãos caíssem ao chão. Com essa comparação, o salmista quis mostrar que, assim como a palha é pequena, sem valor, inútil, morta, sem raiz, nem estabilidade, inconstante e facilmente levada pelo vento, semelhantemente é o perverso que não ama a Deus e a sua Palavra. As Escrituras o descrevem como aquele que prefere fazer seu próprio caminho, está sempre envolvido até o pescoço na prática do mal e aprecia arrastar outras pessoas para a sua vereda tortuosa. Desta forma, a palha ilustra de modo claro a vida do homem e da mulher sem Deus;

3. não tem fruto como o justo, antes o seu caminho é tenebroso, repleto das obras da carne: guerra, ódio, injustiça, maldade;

4. o seu fim está determinado. O seu fracasso é certo e será total e em todos os campos:

  • forense, porque comparecerá perante o Tribunal de Cristo e não resistirá ao juízo de Deus;
  • religioso, porque não participará da congregação do justo. O ímpio, por sua própria escolha, rejeita a comunidade dos santos e a comunhão com o povo de Deus;
  • vital e prática , pois o seu caminho perecerá, no juízo será separado do justo, como o joio do trigo, como a palha do grão e, então, lançado na fornalha de fogo, para o tormento eterno,
  • onde haverá pranto e ranger de dentes (segundo a Palavra de Deus). Deste modo terminam muito mal, tanto física quanto espiritualmente.

O outro caminho é o que conduz à...

II – vida, caracterizada aqui pelo justo que...

1. ama a lei de Deus, anda em retidão, em amor e obediência à sua Palavra, não se envolve com os maus, antes, bebe dos princípios sábios de Deus;

2. é feliz e cresce, como árvore viçosa, sempre florescendo, porque próximo há água e água em abundância. Sua raiz profunda absorve todo nutriente necessário para a vida, sua folhagem não murcha e dá muitos frutos. Por que será que este é comparado à árvore? Porque a árvore é permanentemente bela e frutífera, seus galhos oferecem sombra para descansar-se nela; cresce com o sol e a chuva, esperando assim em Deus e colocando a sua vida nas mãos dele. Semelhantemente é o justo, porque o Senhor é para ele um manancial de águas vivas. Podemos dizer que as bênçãos divinas são descritas aqui em termos de água abundante, água que transmite vida e fertilidade. A expressão “plantada junto a correntes de águas” ilustra de modo belo a vida do homem cheio do Espírito;

3. no devido tempo dá o seu fruto. O fruto é algo a ser esperado e produzido no tempo devido, por haver permanentemente provisão de água. Assim, o justo descrito pelo salmista produz os frutos mencionados na carta aos Gálatas. São estes: frutos de amor, alegria, paciência, bondade, retidão, fidelidade, mansidão, domínio próprio e paz*. Hoje, não se fala em outra coisa a não ser em paz. Há até *o dia Internacional de Oração pela Paz, mas onde está a paz? Nunca houve tanta guerra, tanta morte, tanta violência. O mundo anseia e clama por paz, não obstante precisa aprender que só o Senhor pode nos dar a paz. Esta é fruto de amor e obediência à Palavra de Deus, é fruto daquele que anda no caminho do justo. Contudo, o justo sempre terá um testemunho novo e vigoroso, mesmo em meio à tribulação e à adversidade, porque as raízes de sua personalidade se molham perpetuamente nas Águas Vivas, extraindo toda força necessária para viver, de modo que sua folhagem não murcha e não cai.

4. será bem sucedido. Embora o salmista não diga explicitamente, o caminho do justo leva a bom termo, ao êxito e a plenitude em todos os campos:

  • forense, porque terá sua vida aprovada, visto que o Senhor conhece os seus caminhos. O Senhor aceita o caminho dos justos porque é o seu caminho. E os protege porque confiam nele e recebem a Cristo pela fé;
  • religioso, porque farão parte da assembléia dos justos já em vida e depois na eternidade;
  • vital e prático, porque desfrutarão da vida eterna, ouvindo o Senhor dizer, como está escrito no evangelho de Mt 25.34: “Vinde benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”. Lá, “os justos resplandecerão como o sol”. Mt 13.43

Concluindo...

O salmista nos ensina que ao andarmos no caminho reto e justo do Senhor, primeiro, cuidaremos de nossa imagem, não andando, não se detendo e nem se assentando com aqueles que trilham caminhos opostos, segundo cuidaremos de nossa performance alimentando-nos com alegria na Palavra do Senhor dia e noite, de tal maneira que daremos e colheremos muitos frutos, frutos que promoverão a vida, o amor, à paz, o shalom de Deus, que tanto o mundo precisa. E, como recompensa herdaremos a vida eterna.

Por fim, este Salmo termina mostrando o caminho da vida e o da morte. A forma campesina usada para contrastá-los, lembra-nos que os ciclos da natureza são comparados com o próprio ciclo da vida e com o caráter humano. Por isso, a primavera nos recorda a vida nova que surge do seio da terra e da alma de quem se deixa encantar pelas coisas simples e belas, que a vida oferece a cada dia. Quer ocasião melhor para pensar num projeto de vida como o da primavera, que renasce, alimenta, embeleza e alegra a vida?

É momento de pensarmos que o justo floresce, sua vida se renova, assim como a natureza na primavera, enquanto o ímpio é a palha que o vento leva.

É momento de lembrarmos que o Senhor nos chama para trilhar o seu caminho, para sermos instrumentos de vida, paz e amor.

É momento de pensarmos afinal, que caminho queremos seguir? É certo que nossa vida dependerá dessa escolha. Então, que tipo de pessoa nós queremos ser? Palhas ou árvores?

Palhas, não! Árvores junto a correntes de águas, sim, devem ser todos os que amam a Deus.

Assim Deus nos ajude, nos abençoe e nos dê a paz!

LIVRO QUEM NÃO RESPEITA UM PASTOR NÃO TEM DEUS COMO SEU AJUDADO

LIVRO QUEM NÃO RESPEITA UM PASTOR NÃO TEM DEUS COMO SEU AJUDADO Autor: Carlos Alberto Cândido da Silva Ministério: Assembleia de Deus Provid...