sábado, 11 de fevereiro de 2023

COMO UM CRISTÃO ESCOLHE UM TRABALHO

As pessoas mundanas medem o valor de um emprego pelo dinheiro que paga ou pelo prestígio que oferece. Certamente, os cristãos pensam de outra maneira. Nossas preocupações devem ser:

  • Este trabalho glorifica a Deus?
  • Beneficia meu próximo?
  • Eu me considero chamado para este trabalho, ou pelo menos consigo fazê-lo bem e encontrar prazer nele?
  • Ele provê as necessidades materiais?
  • Ele me permite levar uma vida equilibrada e piedosa?

Glorificar a Deus

O Senhor nos fez e nos redimiu para que pudéssemos carregar sua imagem e servir à causa de sua glória. É por isso que existimos. Uma vez que nosso trabalho é tão central para quem somos, devemos perguntar se ele se opõe a esse propósito ao nos levar a associações ou atividades que são pecaminosas. As exigências do meu trabalho me levam a comprometer padrões verdadeiramente bíblicos de comportamento? Um exemplo negativo seria um trabalho de vendas que envolva engano ou uma posição de gerência que exija abuso de funcionários. Uma boa pergunta é: “Eu me sentiria constrangido se meu pastor visitasse meu local de trabalho?”.

A Bíblia diz: “Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5). Portanto, devemos perguntar: “Meu trabalho honra a Deus com integridade e decência?”.

Servir aos outros

Os cristãos também devem buscar ganhar a vida fazendo algo que beneficie outras pessoas. Ao mandamento do Antigo Testamento de amar a Deus, Jesus acrescentou: “Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22.39). Com isso em mente, não vejo como os cristãos podem ganhar a vida fazendo um trabalho que não gere nenhum benefício real para outras pessoas. Os vendedores de remédios ou aparelhos modernos que oferecem produtos que sabem ser inúteis ou excessivamente caros são um bom exemplo. Outro exemplo seria um especulador no mercado de ações que dedica todas as suas energias a comprar e vender suas próprias ações para ganho pessoal, sem nenhuma intenção de usar os lucros para ajudar os outros. (Isso é muito diferente dos corretores de ações, que usam seus conhecimentos para administrar, de forma hábil, o dinheiro de outras pessoas.)

Existem muitas maneiras pelas quais podemos usar nossos dons e habilidades para beneficiar os outros. Certamente, como cristãos, podemos encontrar algo para fazer que beneficie outras pessoas e honre a Deus, mesmo que, ao final, ganhemos um pouco menos. Como Jesus disse de maneira direta: “Não podeis servir a Deus e às riquezas” (Mt 6.24).

Vocação e prazer

Os apóstolos foram especialmente vocacionados por Jesus para servir a ele, e sabiam disso. Paulo descreveu-se assim: “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus” (Rm 1.1; cf. At 9.15). Os ministros do evangelho devem ter esse senso de vocação especial ao seu trabalho. Pastores e missionários devem encontrar em seu trabalho um senso de chamado divino — extraído tanto da motivação interna como da preparação espiritual — que seja confirmado pela igreja.

Em outras profissões, é possível alguém ter a sensação similar de ser a “pessoa certa” para uma posição específica ou tipo de carreira. Muitas vezes isso é verdade para aqueles que servem aos outros de maneiras muito diretas — médicos e enfermeiros, bombeiros e policiais, por exemplo. No entanto, obviamente, esse senso de vocação mais explícito não é universal. Assim, se, como cristão, seu emprego ou carreira não ministerial não parece vir com um “selo de aprovação” evidente, isso não é necessariamente motivo de preocupação. Para você, a pergunta pode resumir-se a: “Quando faço bem este trabalho, é algo satisfatório?”. Uma resposta positiva a essa pergunta é uma boa indicação de que o que você faz cumpre o mandato de Gênesis 2.

Necessidades materiais

Se você se encontra em um trabalho em que é constantemente incapaz de atender às necessidades materiais básicas — para si mesmo como homem solteiro ou como chefe de sua família —, com margem apenas para poupar alguma coisa e dar o dízimo à sua igreja, deve fazer a si mesmo duas perguntas. Primeira: estou me esforçando por um estilo de vida que é irreal à luz do meu potencial de gerar renda? Se você não está exagerando nessa área nem cedendo às poderosas e frequentemente ilusórias tentações do materialismo, então a segunda pergunta torna-se muito significativa. Por que estou obviamente subempregado, e o que preciso fazer a esse respeito?

Vida piedosa e equilibrada

Se alguns homens estão subempregados, outros estão no que pode ser chamado “excesso de emprego”. Trata-se de homens que se encontram tão envolvidos em seus empregos que suas vidas estão geralmente em desequilíbrio. Como disse anteriormente, todos nós podemos esperar ter de fazer horas extras ou viajar a negócios vez ou outra. Mas Deus nunca espera que fiquemos por longos períodos tão consumidos pelo trabalho que sejamos obrigados a negligenciar a família, os amigos, a vida na igreja ou o tempo diário com Deus.

REDAÇÃO ENTRE A FÉ E A RAZÃO

Qual é a relação entre fé e razão? São incompatíveis?



De acordo com a Bíblia, fé e razão são duas ferramentas importantes que Deus nos dá. Tanto a fé quanto a razão são importantes em nossas vidas. A razão não salva mas a fé não deve ser cega.

Fé ou razão?

Muitas pessoas acreditam que a fé e a razão são incompatíveis. Isso acontece porque muitas crenças não são baseadas em boa evidência. Quando essas crenças são confrontadas com a razão, a razão contradiz a fé. Isso acontece muito com superstições.

Por exemplo, uma pessoa pode acreditar que apanhou uma doença porque se esqueceu de oferecer um sacrifício ao seu ídolo. Mas o uso da razão depois mostra que a doença foi resultado de água poluída por uma fábrica. Nesse caso, a fé e a razão se contradizem.

Mas será que a fé e a razão são sempre incompatíveis? A fé na Bíblia não envolve a razão? Para responder a isso, precisamos entender um pouco mais sobre a razão e a fé.

A razão

A razão é a capacidade de pensar de forma lógica, chegando a conclusões corretas a partir de evidência e métodos de análise. Isso nos ajuda a entender o mundo em que vivemos e a encontrar bases sólidas para aquilo em que acreditamos.

Mas nossa razão não é perfeita. Todos cometemos erros de raciocínio. A evidência pode ser errada ou incompleta, podemos cometer erros de lógica, ignoramos inconsistências que são inconvenientes, nem sempre aplicamos a lógica... A Bíblia diz que nossas mentes são afetadas pelo pecado, que às vezes cega nosso entendimento (2 Coríntios 4:4).

A fé

A fé é uma crença em alguma coisa. Fé implica uma decisão de acreditar em alguma coisa. Essa crença pode ser baseada em evidência, argumentos, ensinamentos ou simplesmente conveniência. Fé é confiar que algo é verdade.

Por exemplo, você pode crer que o teto por cima de sua cabeça não vai cair. Essa fé pode ser baseada em um conhecimento profundo de arquitetura ou engenharia civil, ou no fato que o teto nunca ruiu antes ou apenas na conveniência de acreditar nisso, porque não dá jeito ficar sempre preocupado com a ideia que qualquer teto pode cair em qualquer momento.

Na Bíblia, a fé não é apenas uma crença qualquer. É a fé que Jesus é o salvador do mundo que veio para nos salvar de nossos pecados e nos dar a vida eterna. Essa fé é dom do Espírito Santo e nos salva (Efésios 2:8-9). Como acontece com outras crenças, os cristãos têm muitas razões diferentes para crer em Jesus.

Fé e razão

Apesar de às vezes entrarem em conflito, a fé e a razão muitas vezes trabalham juntas. A fé normalmente é baseada em raciocínios e a razão precisa estar fundamentada em crenças básicas. Juntas, a fé e a razão se tornam mais fortes.

A Bíblia usa a razão para argumentar que Jesus é a verdade e a fé em Jesus é válida. Apresenta evidência e nos convida a analisar tudo (1 Tessalonicenses 5:21). Deus não exige uma fé cega, sem entendimento. Se a Bíblia é a verdade, ela não ruirá diante do escrutínio. É importante saber a razão por que cremos (1 Pedro 3:15).

A razão também é importante para entender e aplicar o texto da Bíblia. Não basta ler, é preciso entender. O entendimento da palavra de Deus ajuda a crer e a transformar a vida.

Por outro lado, a fé é muito importante para a razão. Somente a fé em Jesus pode abrir nosso entendimento, para compreender as coisas de Deus. Por causa do pecado, a razão fica distorcida. Mas quando, o Espírito Santo ilumina nossa mente, nossa razão funciona melhor e conseguimos entender a verdade (1 Coríntios 2:14-16).

Fé e razão precisam andar juntas. Não são duas coisas incompatíveis. Para o cristão as duas coisas são essenciais para construir uma visão do mundo sólida, com a ajuda de Deus.

NEM TODO SÃO FILHOS DE DEUS



Existe uma crença popular de que todos são filhos de Deus. Segundo essa crença, Deus é o Pai amoroso de todos os homens. Mas a Bíblia diz algo completamente oposto a isto. De forma bem clara e direta, a Bíblia revela que nem todas as pessoas são filhas de Deus.

Nem todos são filhos de Deus

Sem dúvida todos os seres humanos foram criados por Deus. Sob esse aspecto, eles possuem uma filiação apenas por criação. Isso significa que por natureza os seres humanos não são filhos espirituais de Deus, porque essa filiação espiritual foi perdida por causa da Queda (Gênesis 3). Saiba o que é a Queda do homem.

O homem caído é chamado nas Escrituras de “filhos da ira de Deus” (Efésios 2:3). O fato de o homem caído não ser filho de Deus, não significa que ele é um órfão espiritual. É neste ponto que a Bíblia revela uma verdade que ofende o mundo. Aqueles que não são filhos de Deus são, na verdade, filhos de Satanás.

Não existem órfãos espirituais

Na Parábola do Joio e do Trigo, Jesus disse que o joio representa os filhos do Maligno (Mateus 13:38). Certa vez alguns judeus também tentaram dizer a Jesus que todos eles eram filhos de Deus. Mas a resposta de Jesus foi muito clara: “Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis… Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai” (João 8:42-44).

Durante uma de suas viagens missionárias, o apóstolo Paulo não hesitou em declarar que um homem contrário à pregação do Evangelho era um filho do diabo (Atos 13:10). O apóstolo João também escreveu que aquele que vive na pratica do pecado é filho do diabo (1 João 3:8-12).

Quem são os filhos de Deus?

A Bíblia diz que os filhos de Deus são todos aqueles que nasceram de novo, foram justificados e adotados por Deus à sua família por intermédio de Cristo (João 1:12; 3:5-8; 11:52; Romanos 8:16; 1 João 3:1-10). Isso significa que ninguém nasce como filho de Deus. Como vimos, todos os homens nascem em pecado, e são inimigos de Deus, servos e filhos de Satanás.

Mas Deus, com seu infinito amor e misericórdia, derrama sua graça sobre pecadores miseráveis que merecem o inferno. Através da obra de Cristo, esses pecadores são redimidos de seus pecados. O Espírito Santo opera neles o novo nascimento, e eles são ressuscitados de seu estado de morte espiritual. Então Deus declara que esses pecadores são justos diante dele, não por seus méritos pessoais, mas pelos méritos de Cristo. Entenda o que é a doutrina da justificação pela fé.

Finalmente, a estes que foram ressuscitados, perdoados e justificados, Deus os recebe em sua família como seus filhos queridos. Essa é a doutrina da adoção, uma grandiosa bênção resultante da justificação. Isso significa que os crentes não são filhos de Deus por natureza, mas por adoção. Isso também implica que nossa adoção não está baseada em nosso próprio merecimento. Deus não nos adota porque viu algo de bom em nós. Na verdade Ele nos adota pela sua soberana vontade por intermédio de nossa união com Cristo através de sua obra redentora (Efésios 1:4-6).

O apóstolo João ficou maravilhado diante dessa verdade extraordinária e declarou: “Vejam como é grande o amor que o Pai nos concedeu: que fôssemos chamados filhos de Deus, o que de fato somos!” (1 João 3:1).

A diferença entre a filiação dos filhos de Deus e a filiação de Cristo

É importante conhecer a diferença entre a filiação dos filhos adotados por Deus, e da filiação de Cristo. Cristo é gerado eternamente do Pai, ou seja, Ele não foi criado e adotado como nós somos, nem mesmo nasceu como um dia nós também nascemos. Ele é eterno assim como o Pai, e compartilha de todos os atributos divinos da Trindade. Entenda o que é a Trindade.

Nunca houve um momento em que o Pai não fosse o Pai do Filho, e que o Filho não fosse o Filho do Pai. A Bíblia diz que Jesus é o Unigênito de Deus, e possui um lugar único e um relacionamento eterno e singular com Ele (João 3:16-18). Como Filho Deus, sendo também plenamente Deus, Ele é a imagem do Deus invisível. Ele é Aquele que revela o Pai, e possui proeminência entre toda criação (Colossenses 1:15; cf. Lucas 10:22; João 14:9). Saiba por que Jesus é Deus.

Como saber se somos filhos de Deus?

O apóstolo Paulo explica que o Espírito Santo testifica com nosso espírito que somos filhos de Deus (Romanos 8:16). Isso acontece porque é o próprio Espírito quem guia aqueles que são filhos de Deus (Romanos 8:14).

O resultado disso é que os filhos de Deus sempre estão dispostos, sem hesitação, a sofrer pela causa de Cristo (cf. Mateus 5:11,12; 10:22,39; 24:9; Marcos 8:35; 13:13; 1 Pedro 4:16). Os filhos de Deus se tornam participantes do sofrimento de Cristo (2 Coríntios 1:5; Filipenses 3:10; 1 Pedro 4:16).

Isso não quer dizer que acrescentamos algo ao sofrimento redentivo do Senhor, mas que nos aproximamos ainda mais dele em amor e devoção. João completa dizendo que os filhos de Deus não vivem na prática do pecado, mas praticam a justiça, assim como Deus é justo (1 João 3:7-10).

Os filhos de Deus recebem o Espírito de adoção, e possuem livre acesso ao trono da graça, podendo clamar a Deus dizendo: Aba, Pai! Os filhos de Deus são por Ele guardados e protegidos. É claro que todo esse cuidado também inclui correção e repreensão. O autor de Hebreus interpreta Provérbios 3:12 dizendo: “Pois o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho” (Hebreus 12:6).

Os filhos de Deus são seus herdeiros

A Bíblia diz que se somos filhos de Deus, logo também somos seus herdeiros, e co-herdeiros com Cristo (Romanos 8:17; Gálatas 4:6-7). Os filhos de Deus têm direito a uma herança por causa de sua união com Cristo. Essa herança nunca se perderá, nunca se acabará. Ele é inalienável! (1 Pedro 1:4).  Em certo aspecto, já no presente os filhos de Deus desfrutam dessa herança através das bênçãos de sua comunhão com Cristo.

Mas a Bíblia muito claramente afirma que os filhos de Deus receberão a plenitude dessa herança no futuro. O apóstolo João escreve que já agora somos filhos de Deus, mas ainda não é manifestado o que havemos de ser. Ele próprio explica o que isto significa ao dizer: “Mas sabemos que quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele; porque assim como Ele é o veremos” (1 João 3:2).

Essa herança maravilhosa não apenas estará restrita à nossa alma, mas também abrangerá o nosso corpo. Quando Cristo voltar, seremos glorificados junto d’Ele. Nossos corpos também serão redimidos e o que é corrutível (Romanos 8:23; 1 Coríntios 15:53).

Com Cristo herdaremos um novo nome (Apocalipse 3:12), nos assentaremos ao lado dele sem seu trono (Apocalipse 3:21) e com Ele reinaremos (Apocalipse 20:4). Os filhos de Deus possuem direito legal sobre essa herança eterna. Com tudo, o mais importante é entender que esse direito foi conquistado e estabelecido não por nós, mas por Cristo.

FOFOCA O DOM DE LINGUA DA CARNE



Todos tropeçamos de muitas maneiras.

Se alguém não tropeça no falar, tal homem é perfeito, sendo também capaz de dominar todo o seu corpo. Tiago 3:2.

O dom de línguas é um fenômeno bastante normal para quem estar envolvida no pentecoste. As pessoas que têm contato com este tipo de Dom pela primeira vez podem sentir-se diferente, já que algo como a glossolalia parece estranho para eles. Paulo advertiu os Coríntios que isto poderia acontecer. Este dom é bastante comum em grupos de oração pentecostal. Seu uso mais freqüente acontece quando todos estão adorando a Deus juntos. As pessoas oram simultaneamente em suas próprias palavras, em línguas e em canções. Pode-se dizer que a glorificação zelosa ao Senhor foi renovada na Igreja. 

O dom de línguas é também como uma espécie de “quebra-gelo” em nosso contato pessoal com o Senhor, o que pode ser difícil quando uma pessoa está focada em si mesma e em seus problemas. Atitudes que tem revelado outro dom de língua no meio da igreja hoje, o dom de língua da carne que costumo chamar de fofoca. Assunto que deve ser tratado com bastante cuidado.
Talves o fato da Bíblia não proíbe que façamos comentários e analisemos questões que envolvem outras pessoas. Muitas vezes teremos de fazer isso em nossa família, trabalho, estudos, igreja, entre outros, a fim de nos posicionarmos sobre questões que envolvem outras pessoas. Entretanto, devemos ser sábios para não sermos propagadores de mentiras e acréscimos sobre fatos que envolvem outros.

Para começar vejamos as definições para fofoca:
Notícia anônima que corre publicamente sem confirmação. Informações passadas em segredo e astuciosamente, com o fim de malquistar, intrigar ou enredar.

Segundo o dicionário online Priberam, significa: “Fato ou coisa contada em segredo, sem conhecimento do(s) visado(s) ou sem conhecimento real ou efetivo”.

 Em outras palavras, é falar da vida dos outros de uma forma negativa, revelar segredos das pessoas, de forma a propagar esses segredos de uma forma prejudicial e pelas costas; segredos e informações que nem sempre são verdadeiras e completamente reais.

Podemos afirmar com certeza que a Fofoca, Boatos e Mexericos é fruto do Dom de Língua da carne, a prória sabedoria diz que a fofoca é um dos males que tem alto poder para destruir relações. Quase sempre vem de pessoas ligadas aos envolvidos, formulada com desonestidade e covardia e sem chances de defesa. como está escrito: O fofoqueiro trai a confiança de quem quer que seja. Provérbios 11:13.
Estamos vivendo num mundo de decadência moral e espiritual, momentos que a bíblia me orienta para não desesperar porque faz parte da nossa caminhada, tudo é cumprimento da palavra, pois antes que Ele viesse outra vez para levar a sua igreja tudo isso iria acontecer. Então estamos vendo pais contra filhos, filhos contra pais, nunca se falou tanto da homossexualidade, nunca se falou tanto da prostituição. Todas as coisas são os sinais de que Deus está preste a autorizar seu filho Jesus para levar a igreja pro céu. Tudo no mundo é mau interpretado, tudo que se faz é visto com maus olhos, isso porque a decadência moral chegou e está por todos os lados. Entre a destruição social humana decadente a pior que existe podemos dizer que é a fofoca. Costumo dizer que na igreja ninguém está seguro, são falsos padres fofoqueiros, são pastores fofoqueiros, são fofoqueiros de todos os jeitos, porque todos estes estão contaminados com o dom de língua da carne que é a fofoca. Assim sendo, os irmãos devem ter muito cuidados em revelar seus segredos e evitar certas pessoas da igreja. Como está escrito: 

Quem vive contando casos sigilosos não sabe guardar segredos; portanto, evita a companhia de quem fala demais. Provérbios 20:19.
Sabe o que pior na fofoca? Quanto mais tentar se defender mais você está errado, sabe o que ainda pior? A igreja ter que reunir o ministério de obreiros para tratar o caso como se fosse verdade, ou seja, a igreja tem se transformado em verdadeiros tribunais onde os réus tem que provar que estão dizendo mentiras sabe, e o pior ainda é quando você resolve levar a justiça daí você é o crente rebelde, aquele que não tem Deus no coração, daí você é que é o crente da confusão. Acha que não pode piorar? Pode sim, que tal a calunia? 

Calúnia - Falsa imputação a alguém de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção. Meu Senhor! Infelizmente esta prática é relativamente comum dentro do arraial evangélico, frutificando a desarmonia e uma série de conseqüência, através das quais o corpo é enfraquecido e o inimigo exaltado. Povo de Deus! É tempo de estarem vivendo em Espírito, e não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrem, seja espiritual e procure a pessoa, numa conversa franca e ungida resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Eterno.

FOFOCA, BOATOS E MEXERICOS
Talves muitos que põem o dom de língua da carne em pratica, porque, a palavra fofoca não aparece na Bíblia. No entanto, vários sinônimos dela aparecem. Por exemplo, em Levítico 19:16 a Bíblia nos orienta: “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não atentarás contra a vida do teu próximo. Eu sou o SENHOR”. Observe que o “mexerico” ou a “fofoca” é apontada aqui como algo que atenta contra a vida do próximo, daí a ordem de não sermos mexeriqueiros. A Bíblia também fala do maldizente (Provérbios 18:8) e do difamador (Provérbios 16:28). Todas essas palavras apontam para a fofoca.
Além disso, observamos em diversos textos, sérias advertências a respeito de espalhar fofocas das pessoas. Em Provérbios 6:16 e 19 Deus diz que abomina tal ato: “Seis coisas o SENHOR aborrece, e a sétima a sua alma abomina… testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos”. Isso demonstra claramente o que a Bíblia ensina sobre a fofoca, ou seja, a Bíblia sempre a relaciona como algo mau, como um comportamento não aceitável.
E ainda devemos ter grande cuidado de não sermos propagadores de fatos, ainda que verdadeiros, mas que não edificam. Nossa postura deve ser sempre a de preservar a honra do próximo e de barrar quaisquer informações que não contribuam com a edificação. Jesus mandou julgarmos as coisas baseados na reta justiça: “Não julgueis segundo a aparência, e sim pela reta justiça” (João 7:24). Isso significa que não devemos fazer com o próximo aquilo que não gostaríamos que fosse feito conosco. Devemos ser corretos e íntegros e para sermos assim a fofoca não deve ter lugar em nossa vida.

Os perigos da fofoca
O texto de Tiago 3:6 nos mostra o quanto a língua é perigosa: “Ora, a língua é fogo; é mundo de iniquidade; a língua está situada entre os membros de nosso corpo, e contamina o corpo inteiro, e não só põe em chamas toda a carreira da existência humana, como também é posta ela mesma em chamas pelo inferno”. Esse é um texto forte que mostra que uma língua controlada pelo desejo da fofoca, da maledicência e de outros pecados da língua, tem grande poder de destruição não só da própria pessoa, mas também de outros.
O servo de Deus é incentivado na Bíblia a controlar seus lábios, a resistir ao desejo de fofocar da vida dos outros. Antes, ele é incentivado a usar as palavras para abençoar: “No muito falar não falta transgressão, mas o que modera os lábios é prudente” (Provérbios 10:19). Isso mostra que se falamos muito e sem pensar, corremos o risco de pecarmos muito mais. O que a Bíblia ensina sobre fofoca? Este texto resume muito bem: “O mexeriqueiro, isto é o fofoqueiro, descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre”. Provérbios 11:13.

O ato de difamar, lamentavelmente, é visível entre os crentes. A satisfação de muitos é observar a  vida alheia e destacar os erros, é prazeroso para estes falar da vida do próximo. Falam do pastor, dos presbíteros, diáconos, dos irmãos mais simples, bem como, dos que são afortunados; falam também dos políticos, do patrão e muitos mais. Enfim, tudo é motivo para apontar e falar. Estes semeiam a discórdia entre irmãos e são dignos de condenação eterna.
Irmão tens queixa contra o pastor? Converse com ele, em muitos casos o problema está numa má interpretação de alguma ação; haja assim para com todos os irmãos. Pastores amados, não use o púlpito para tocar numa vida, se tens alguma queixa, sente-se com ela e converse como espirituais que devem ser.
2Tm 3.1-5 “Nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.”
Tg 4.11 “Meus irmãos, não falem mal uns dos outros.”1Pe 2.1 “Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas.”
Sl 101.5  “Destruirei aqueles que falam mal dos outros pelas costas…”
Pv 16:28  “O homem… difamador separa os maiores amigos.”

Mentira (Afirmar coisa que sabe ser contrária à verdade)
O velho pecado da mentira está muito atuante entre os aqueles que se professam crentes em Deus. O diabo tem plantado a idéia que é muito mais fácil falar inverdades, a fazer uso da palavra reta. A sociedade atual tem a mentira como uma necessidade no dia-a-dia, nós como servos jamais devemos compactuar com esta visão distorcida implantada pelo diabo. Nossa palavra deve ser sempre verdadeira, esta condição se aplica em todos os aspectos da vida; seja profissional, pessoal e ou religioso. Há um conceito errôneo que a mentira tem tamanho, mas, para o povo de Deus seja qual for o tamanho, constitui-se em pecado, passível, portanto de condenação.
As advertências deixadas por Deus na Bíblia quanto a este pecado são claríssimas, portanto, injustificável o seu uso, veja:
Sl 34.13  “Então procurem não dizer coisas más e não contem mentiras.”
Sl 52:3  “Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente.”
Pv 14:5  “A testemunha verdadeira não mente, mas a falsa se desboca em mentiras.”
João 8:44  “Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos. Ele foi homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira.”
Ef 4:25  “Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.”
1Pe 3.10 “Como dizem as Escrituras Sagradas: “Quem quiser gozar a vida e ter dias felizes não fale coisas más e não conte mentiras.”
Irmãos amados a finalidade desta mensagem não é acusar e tão pouco julgar, sim, um instrumento usado pelo Espírito Santo para falar a muitos corações que por inobservância dos preceitos bíblicos se deixa levar pelas coisas aparentes desta vida. Afinal, fomos resgatados das trevas para a luz, a fim de sermos servos puros e santos.
1Jo 3:8  “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo.”

Fofoca / Mexerico (intriga, bisbilhotice).
Quão lamentável, mas este mal está dentro das igrejas, numa freqüência muito maior do que imaginamos. É o “disse que me disse”, que tem levados muitos a servirem aos propósitos maléficos, verdadeiros instrumentos do diabo. Queridos irmãos, vigie o vosso falar, para que não incorram no erro e sejam considerados por todos como fofoqueiros e indignos de confiança. Não fale mal dos irmãos e ou dos líderes. Esta prática é condenada pelo Senhor em Sua palavra, veja os textos abaixo.
Lv 19:16 “Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo teu próximo. Eu sou o SENHOR.”
Pv 11:13  “O mexeriqueiro descobre o segredo, mas o fiel de espírito o encobre.”
Pv 20:19  “O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.”
1 Tm 6:20  “E tu… evitando os falatórios inúteis…”
2 Tm 2:16  “Evita, igualmente, os falatórios inúteis e profanos, pois os que deles usam passarão a impiedade ainda maior…”
Tg 1.26  “Alguém está pensando que é religioso? Se não souber controlar a língua, a sua religião não vale nada, e ele está enganando a si mesmo.”

Calúnia (Falsa imputação (a alguém) de um fato definido como crime. Mentira, falsidade, invenção.)
Meu Senhor! Infelizmente esta prática é relativamente comum dentro do arraial, frutificando a desarmonia e uma série de conseqüência, através das quais o corpo é enfraquecido e o inimigo exaltado. Povo de Deus é tempo de estarem vivendo em Espírito, e não permitam que as más ações encontrem terreno propício e finque raízes. Se tens alguma queixa contra outrem, seja espiritual e procure a pessoa, numa conversa franca e ungida resolva as pendências. Não permita que o diabo use da ocasião para afastá-lo da comunhão com o Eterno.
2Tm 3.1-3  “Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas… desafeiçoados… caluniadores…”
Tt 3. 2  “Aconselhe que não falem mal de ninguém, mas que sejam calmos e pacíficos e tratem todos com educação.”
Sl 50. 20  “Estão sempre acusando os seus irmãos e espalhando calúnias a respeito deles.

então mantenha-se ocupado pelo Senhor e com uma atitude positiva.
Provérbios 14:23 Em todo trabalho há proveito, mas meras palavras só conduzem à pobreza.
2 Tessalonicenses 3:11 Ouvimos que alguns entre vós andam desordenadamente, não trabalhando, antes intrometendo-se na vida alheia. 1Pe 4:15.
1 Timóteo 5:13 Além do mais, aprendem também a ser ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas, mas também faladeiras e intrigantes, falando o que não devem.
Efésios 4:29 Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, conforme a necessidade, para que beneficie aos que a ouvem.
Filipenses 4:8 Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.

CONSELHOS PARA VOCES CORTA O MAL DA FOFOCA PELA RAIZ



Você alguma vez já parou para pensar em quão feio é o pecado da fofoca?

No ambiente de trabalho, na vida em família e no dia a dia das paróquias, frequentemente a gente percebe o quão colossalmente estúpida, destrutiva e pecaminosa pode ser uma fofoca.

A razão por que fofocas são estúpidas é porque elas quase sempre lidam com meias verdades. A pessoa ouve só um lado da história, uma parte da verdade, e já sai tirando a conclusão errada e contando a outra pessoa. A mentira torna-se exagerada e espalha-se mais longe. Em questão de pouquíssimo tempo pessoas inocentes acabam entrando em um redemoinho de fofocas, insinuações e falsidades completas.

O CRENTE NO AMBIENTE DE TRABALHO

 


Muitas pessoas tendem a separar a vida secular da vida da igreja, agindo como se fossem coisas completamente distintas. O culto familiar, os cultos de adoração na igreja são momentos de refrigério espiritual, enquanto que Deus não tem nada a ver com as contas que pagamos, o salário que ganhamos, o trabalho que desempenhamos ou o tratamento que damos para nossos colegas de trabalho. Tanto que muitos nem mesmo sabem qual é a nossa religião.

Os empregados devem trabalhar como se Deus fosse o seu chefe. Antes de prestar contas ao chefe do seu departamento, ou até mesmo gerir a sua própria empresa, o cristão deve entender que Deus é o que concede vigor, inteligência e recursos para qualquer pessoa desempenhar suas funções no trabalho. A Bíblia diz em Efésios 6:7-8: “Servindo de boa vontade como ao Senhor, e não como aos homens. Sabendo que cada um, seja escravo, seja livre, receberá do Senhor todo bem que fizer”.

Os empregados devem ser pessoas de confiança. A Bíblia diz em Provérbios 25:13: “Como o frescor de neve no tempo da sega, assim é o mensageiro fiel para com os que o enviam, porque refrigera o espírito dos seus senhores”. Um empregado de confiança mostra a seu chefe que ele “veste a camisa” da empresa, e está preocupado não somente com o seu salário no fim do mês, mas com o crescimento da empresa onde trabalha, e com as realizações que sua empresa pode alcançar; ou seja, algo maior do que ele mesmo.

Logo, os cristãos devem ser conhecidos como os empregados que sempre dão o seu melhor no trabalho. Paulo disse ao pastor Tito: “Exorta os servos a que sejam submissos a seus senhores em tudo, sendo-lhes agradáveis, não os contradizendo nem defraudando, antes mostrando perfeita lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus nosso Salvador” (Tito 2:9-10).

Será que uma boa atitude no trabalho tem importância? A Bíblia diz em Colossenses 3:23: “E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens”. O fato é que esse tipo de atitude tem importância para Deus, e pode abrir caminho para o crescimento pessoal e profissional. Além disso, o próprio empregado pode galgar promoções coerentes com o seu esforço, mas isso seria um bônus.

Deus observa com atenção os chefes que exploram os seus trabalhadores. A injustiça social no trabalho é um assunto muito abordado na Bíblia, sendo até mesmo chamada de derramamento de sangue (Habacuque 2:9, 12). Dentre vários textos bíblicos, Tiago, no capítulo 5, verso 4 de seu livro, alerta: “Eis que o salário que fraudulentamente retivestes aos trabalhadores que ceifaram os vossos campos clama, e os clamores dos ceifeiros têm chegado aos ouvidos do Senhor dos exércitos”. Um dos grandes motivos pelo qual o povo de Judá foi deportado de sua terra para a Babilônia foi a injustiça social, o trabalho mal pago. Isso vai ser o motivo da perdição de muita gente no dia do juízo final, pois essas pessoas julgaram suas riquezas mais importante do que as pessoas sobre as quais elas tinham responsabilidade.

O homem que não trabalha para sustentar a sua família, nega a sua fé em Deus. A Bíblia diz em 1 Timóteo 5:8: “Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo”.

O apóstolo Paulo diz em 2 Tessalonicenses 3:11 e 10 que “ouvimos que alguns andam também dentre vós desordenadamente, não trabalhando, antes fazendo coisas vãs”. Para essas pessoas, o conselho de Paulo é claro: “… Se alguém não quiser trabalhar, que também não coma”. Esse conselho é relativo àqueles que querem se aproveitar do trabalho dos outros, em vez de buscar crescer e ganhar o próprio dinheiro.

O quarto mandamento fala que todo trabalho secular deve ser interrompido no sábado. O sábado “é o dia do Senhor. Não farás nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem o forasteiro que está das tuas portas para dentro”… (Êxodo 20:10). Hoje, maioria das empresas não utiliza força animal, mas utiliza maquinário mecânico e eletrônico. O maquinário deve ser consagrado ao senhor. A não ser que exerça funções vitais, todo maquinário de chão de fábrica, bem como o material do escritório deve ser mantido em repouso a fim de que Deus seja glorificado. Por quê? Porque tudo isso é operado e mantido por pessoas feitas à imagem de Deus, que devem guardar esse mandamento de concentrar toda a sua atenção em glorificar e se relacionar com o Criador nesse dia especial.

Que possamos trabalhar com senso de justiça e serviço para não apenas obter dinheiro, mas oferecer serviços, bens e recursos que engrandeçam nossas empresas, funcionários, chefes e clientes.


Os perigos

Há certas áreas relacionadas ao trabalho em que se deve tomar um cuidado especial para evitar as armadilhas de Satanás. 

É importante que a necessidade de trabalhar e de se sustentar não se corrompam tornando-se ganância e cobiça. 

Há pessoas que ficam possuídas pelo trabalho e pelo dinheiro e agem desonestamente para conseguirem mais.

 Outras fazem do trabalho um deus que lhes domina todo o ser. Deus deve ser a prioridade máxima. Jesus descreveu um rico fazendeiro que usou toda a sua energia em seu trabalho; o fim dele foi muito triste (veja Lucas 12:15-21). 

Jesus concluiu a história desta forma: "Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus" (Lucas 12:21). 

Outros textos falam do contentamento e do grande perigo de amar o dinheiro (veja Mateus 6:19-21; 1 Timóteo 6:6-10).

O cristão deve trabalhar com diligência, mas jamais deve fazer do trabalho um deus.

Provérbios é claro sobre as conseqüências da preguiça: a pobreza e a necessidade (Provérbios 6:10-11). 

Apresenta-se uma descrição completa do campo de um preguiçoso: "Passei pelo campo do preguiçoso e junto à vinha do homem falto de entendimento; eis que tudo estava cheio de espinhos, a sua superfície, coberta de urtigas, e o seu muro de pedra, em ruínas. Tendo-o visto, considerei; vi e recebi instrução. Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, a tua necessidade, como um homem armado" 

(Provérbios 24:30-34). O ocioso acabará sendo dominado pelo diligente, e ainda assim não terá nada (Provérbios 12:24; 13:4).

Vários textos dão instruções específicas ao servo (em nossa sociedade, o empregado o equivale em muitas situações). 

"Quanto a vós outros, servos, obedecei a vosso senhor segundo a carne com temor e tremor, na sinceridade do vosso coração, como a Cristo, não servindo à vista, como para agradar a homens, mas como servos de Cristo, fazendo, de coração, a vontade de Deus; servindo de boa vontade, como ao Senhor e não como a homens, certos de cada um, se fizer alguma cousa boa, receberá isso outra vez do Senhor, quer seja servo, quer livre" (Efésios 6:5-8). "Servos, obedecei em tudo a vosso senhor segundo a carne, não servindo apenas sob vigilância, visando tão somente agradar homens, mas em singeleza de coração, temendo ao Senhor. Tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o coração, como para o Senhor e não para homens, ciente que recebereis do Senhora recompensa da herança. A Cristo, o Senhor, é que estais servindo; pois aquele que faz injustiça receberá em troco a injustiça feita; e nisto não há acepção de pessoas" (Colossenses 3:22-25). "Quanto aos servos, que sejam, em tudo, obedientes ao seu senhor, dando-lhe motivo de satisfação; não sejam respondões, não furtem; pelo contrário, dêem prova de toda a fidelidade, a fim de ornarem, em todas as cousas, a doutrina de Deus, nosso Salvador" (Tito 2:9-10).

 Basicamente, as instruções de Deus para os que trabalham para outra pessoa são as seguintes: 

Œ Devem submeter-se ao patrão, obedecendo às suas instruções (a exceção a essa regra acha-se em Atos 5:29); 1. Não devem reclamar nem ser briguentos (veja Lucas 3:14); 2. Devem ser pacientes ainda que tratados injustamente; 3. Devem trabalhar esforçadamente, mesmo longe da supervisão do chefe; 4. Devem trabalhar como se estivessem servindo ao Senhor; ' Jamais devem roubar daqueles para quem trabalham, porque a vida deles deve ostentar a doutrina de Cristo.

As Escrituras também fornecem o padrão de conduta para os senhores (na sociedade atual, esses princípios podem ser aplicados aos que supervisionam os que trabalham). 

E vós, senhores, de igual modo procedei para com eles, deixando as ameaças, sabendo que o Senhor, tanto deles como vosso, está nos céus e que para com ele não há acepção de pessoas" (Efésios 6:9). "Senhores, tratai os servos com justiça e com eqüidade, certos de que também vós tendes Senhor no céu" (Colossenses 4:1).

 Os patrões devem tratar com justiça aqueles que trabalham para eles e devem evitar fazer ameaças.



A FINALIDADE DA CRUZ

Um cristão pode usar crucifixos?


A Bíblia afirma que maldito era aquele que fosse suspenso no madeiro (cruz), e devemos aceitar isso. Os homens deturparam a mensagem da cruz, fazendo suas pequenas (ou grandes) cruzes como se fossem amuletos para dar boa sorte, proteção, identificação (de que são cristãos), etc.
Porém os significados da cruz na Bíblia são diferentes daqueles que o homem inventou.

 A cruz era, em princípio, os pedaços de madeira onde criminosos eram mortos. Jesus morreu numa cruz, portanto a cruz passou a ser um emblema da morte de Cristo (leia Fp 2.8; Cl 1.20; 1 Co 1.18). É também um emblema de vergonha e rejeição (Lc 9.23).

Mas vamos por partes. Eu não tenho nenhuma cruz na parede de minha casa ou pendurada em alguma corrente, pois a cruz, em si mesma (os pedaços de madeira) foi o instrumento de suplício de meu Salvador. 

Eu não iria querer pendurar um laço de corda na parede de meu quarto se alguém que eu amo tivesse morrido enforcado. Portanto a cruz, como objeto de madeira, foi o instrumento de suplício onde Jesus morreu.

Porém, as Escrituras, conforme as passagens acima, mostram que a palavra "cruz" significa a obra de Cristo em sua totalidade; Seu sacrifício levando nossos pecados. 

Então, quando digo que devemos nos lembrar da cruz, não quer isto dizer que devemos nos lembrar do instrumento de madeira, mas do sacrifício do Senhor. Da mesma maneira, na cruz Ele foi rejeitado pelo homem e por Deus (Salmo 22).

 Portanto, posso pensar na cruz (não no instrumento de madeira) como uma posição de rejeição. 

Dizer que devemos levar a cruz de Cristo significa dizer que devemos tomar o lugar de rejeição e afronta que Ele ocupou aqui neste mundo.

A "cruz de Cristo", no sentido de sacrifício de Cristo é o único meio de salvação para o homem pecador. Porém a cruz, o instrumento de madeira, nada pode fazer pelo pecador, por ser apenas um instrumento de suplício e maldição, assim como é uma forca, uma guilhotina ou uma cadeira elétrica. Ao ser levado ao madeiro, 

Cristo foi feito maldito; ali ele foi considerado pelo homem como um horrível criminoso que merece a morte por seus crimes.

 Quando lemos a notícia de alguém que foi, por exemplo, executado numa cadeira elétrica nos países onde há pena de morte, a notícia sempre vem acompanhada dos horríveis crimes que tal pessoa cometeu. 

Assim, um viajante que passasse por Jerusalém naquele dia e visse Cristo na cruz logo o consideraria como algum criminoso amaldiçoado.

Porém, o pior ainda estava por vir, quando Cristo foi considerado maldito não apenas por homens, mas pelo próprio Deus. 

Na cruz Cristo foi feito pecado por nós (2 Co 5.21), portanto, tornou‑Se em algo com que o próprio Deus não podia ter comunhão. Ele foi feito culpado para que pudéssemos ter nossa dívida paga.


Há séculos que as pessoas têm usado os símbolos mais diversos para demonstrar que são cristãs: uma cruz pendurada no pescoço; o crucifixo pendurado na parede da casa, do estabelecimento comercial ou no retrovisor do carro; distintivos na lapela do paletó ou da blusa; há os que tatuam o corpo com a cruz, algum símbolo religioso ou versículo bíblico; tem o sinal da cruz; e até o modo de vestir ou de cortar o cabelo. 

Para se ter uma ideia, já existe, e faz tempo, o que chamam de “moda evangélica”.

 É verdade que muitos estão precisando se vestir de modo mais decente e que grande parte desses apetrechos tem mais do que o propósito de simplesmente identificar alguém como cristão: há os que usam essas coisas apenas como acessório, optam por elas pelo gosto pessoal, como meio de expressão ou moda mesmo, enquanto outros chegam ao extremo de aderi-los como meio de graça, superstição ou coisa do tipo.

Para se ter uma ideia, o sinal da cruz:

A primeira coisa que os católicos (praticantes) ensinam a seus filhos é o sinal da cruz.

 Creem ser uma marca de sua fé ou religião; é o ato que inicia e termina suas orações particulares ou coletivas. É um sinal externo, atestam, que os fazem voltar para Deus.

Eles tem um costumes  de  marca na fronte com o sinal da cruz. 

Quando  a caminhar, quando eles saír e entra quando sevestir, quando sê  lavar quando inicia as refeições, quando sê  deitar, quando sê  sentao  nessas ocasiões e em todas as demais atividades, eles se  benzer a testa com o sinal da Cruz.

O que aparentemente havia sido iniciado como um simples meio de identificação entre os católicos  primitivos, tornara-se para o cristão católico romano uma reza, um gesto místico como meio de graça – mesmo que o declarem ser apenas simbólico e professem tê-lo com o objetivo de ajudá-los a entrar em comunhão com aquilo que o gesto realmente significa: carregar a cruz de Jesus.

Mas seria este mesmo o sinal do cristão?

Durante os três primeiros séculos do cristianismo, as perseguições contra os cristãos eram frequentes e brutais. 

A fé em Cristo era praticada de forma clandestina e, por isso, os cristãos não podiam se identificar abertamente. Neste contexto, como um cristão poderia saber se outra pessoa também era cristã?

Além de tomar as precauções mais evidentes, como informar-se sobre a outra pessoa previamente sempre que possível, parece-nos que os primeiros cristãos utilizavam alguns “códigos” ou “sinais secretos” para confirmar se estavam mesmo diante de um irmão da mesma fé. 

Um desses códigos, além do sinal da cruz, era o “Ichthys” ou “Ichthus”, palavra que, em grego antigo (ἰχθύς), significava “peixe”.

Segundo essa hipótese histórica, quando um cristão supunha estar diante de outro cristão clandestino, ou fazia o sinal da cruz (para obter o mesmo sinal de volta) ou desenhava uma curva ou meia-lua no chão. Se a outra pessoa desenhasse outra meia-lua sobreposta à dele, completando a figura de um peixe (ἰχθύς – “Ichthus”), seria muito maior a probabilidade de que se tratasse mesmo de um discípulo de Jesus que conhecia o “código” ou “sinal secreto” cristão.

Ora, o significado do sinal dá cruz parece óbvio: o cristão carrega a cruz de Cristo.

E por que a imagem de um peixe?

As letras que formam a palavra “peixe” em grego (Ichthys ou Ichthus), quando escritas em maiúsculas (ΙΧΘΥΣ), formam um acrônimo com as iniciais da expressão “Iēsous Christos Theou Yios Sōtēr”, que significa “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador” (em grego antigo: Ἰησοῦς Χριστός, Θεοῦ ͑Υιός, Σωτήρ).

 Desse modo, o peixe se tornou (ao lado da cruz) um dos primeiros símbolos cristãos – a marca do cristão –, juntamente com a imagem do Bom Pastor e, posteriormente, do crucifixo católico romano. 

O Ichthys ou Ichthus também era usado para indicar as catacumbas [sepulturas subterrâneas] cristãs durante as perseguições contra a igreja, de modo que apenas os próprios cristãos soubessem quais eram os túmulos dos seus irmãos de fé.

Veja, não há nada de errado nesses símbolos em si mesmos, desde que sejam realmente apenas símbolos, arte e (no contexto de perseguição) identificação. 

O problema é que nós somos muito propensos a transformar símbolos em ídolos, algo místico, mágico, supersticioso e, portanto, pagão.

Símbolos apenas exteriorizam a fé de alguém. Entretanto, há um símbolo, sinal ou marca muito melhor, instituída pelo próprio Cristo.

 Esse sinal não foi designado como estilo ou modismo, não foi determinado por uma questão de conveniência, nem para ser usado apenas em ocasiões especiais ou em épocas específicas. Trata-se de uma marca universal e atemporal, que deve perdurar no cristão em todas as culturas e épocas do mundo até a volta de Cristo.

Qual é essa marca? 

Qual é o sinal ou a marca do cristão?

A primeira lição de Jesus aos discípulos no Cenáculo é de que eles devem dar provas de que são discípulos verdadeiros – e esta será pelo modo como eles amam uns aos outros. Com efeito, em três ocasiões diferentes, 

João registrou em seu Evangelho a preocupação de Jesus em deixar claro quais são as marcas do verdadeiro discípulo:

Primeiro, o verdadeiro discípulo é aquele que PERMANECE NA SÃ DOUTRINA de um modo que a verdade da palavra de Deus o liberta do pecado:

João 8.31-32 31Jesus disse aos judeus que creram nele: “Vocês são verdadeiramente meus discípulos se permanecerem fiéis a meus ensinamentos. 32Então conhecerão a verdade, e a verdade os libertará”.

Segundo, o verdadeiro discípulo é aquele que PRATICA O AMOR, tal como Jesus o praticou, dando assim provas de sua fé ao mundo:

João 13.34-35 34Por isso, agora eu lhes dou um novo mandamento: Amem uns aos outros. Assim como eu os amei, vocês devem amar uns aos outros. 35Seu amor uns pelos outros provará ao mundo que são meus discípulos”.

Terceiro, o verdadeiro discípulo PRODUZ FRUTOS de justiça e de amor:

João 15.5-8 5“Sim, eu sou a videira; vocês são os ramos. Quem permanece em mim, e eu nele, produz muito fruto. Pois, sem mim, vocês não podem fazer coisa alguma. 6Quem não permanece em mim é jogado fora, como um ramo imprestável, e seca. Esses ramos são ajuntados num monte para serem queimados. 7Mas, se vocês permanecerem em mim e minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e isso lhes será concedido! 8Quando vocês produzem muitos frutos, trazem grande glória a meu Pai e demonstram que são meus discípulos de verdade.

Somos discípulos de Jesus? Você é um discípulo? Eu sou um discípulo de Jesus?

Sem dúvida, a maioria de nós responderá com prazer: “Sim, eu sou discípulo de Jesus! Eu sou cristão! Eu sou crente em Jesus!” 

Entretanto, o que importa mesmo não é o que dizemos sobre nós mesmos, mas o que Jesus mesmo diz sobre o verdadeiro discípulo, o verdadeiro cristão ou o crente de verdade.

 E Jesus definiu discípulo como aquele que permanece na são doutrina da palavra de Deus, pratica o amor aos irmãos como ele mesmo nos amou e, consequentemente, produz muitos frutos.

Então: você pode dizer que sua vida é marcada pela são doutrina, a santidade, o amor e a frutificação pelo evangelho? 

Afinal, foi Jesus mesmo quem disse (Jo 8.31): “Vocês são verdadeiramente meus discípulos se permanecerem fiéis a meus ensinamentos [e essa verdade os libertará]”. 

Ele disse ainda (Jo 13.34): “Seu amor uns pelos outros provará ao mundo que são meus discípulos”. Ele disse também (Jo 15.8): “Quando vocês produzem muitos frutos, trazem grande glória a meu Pai e demonstram que são meus discípulos de verdade.”

fazendo o nosso amor próprio a medida do amor pelo próximo; e quando João traz: “Assim como eu os amei, vocês devem amar uns aos outros”, Deus está fazendo do amor de Cristo a medida de nosso amor pelos outros. 

Não se trata de contradição, é um esclarecimento. Aliás, o novo mandamento não só esclarece o anterior, ele também o eleva.

Nunca antes o Filho de Deus tinha vindo ao mundo e dado sua vida pelo resgate de seu povo. Isso nunca tinha acontecido antes! Este grau de grandeza [o Filho de Deus] fazendo este grau de sacrifício [morrendo em resgate de muitos], nunca antes na história do mundo havia ocorrido. Isso era totalmente, absolutamente, maravilhosamente novo.

O SINAL DA CRUZ NO CRISTÃO

Qual é a marca do cristão? 

Como o cristão deve se identificar ao mundo? 

O que deve distiguir um crente em Jesus dos demais? 

A cruz? O sinal da cruz? A roupa? O cabelo? Algum símbolo ou adereço? O quê?

Nada dessas coisas!

O amor uns aos outros, tal como Cristo nos amou, é a marca do cristão. 

O sinal da cruz no cristão é a marca do amor, tal como Cristo nos amou.

Interessante que neste ponto da conversa, Jesus perdeu a atenção de Pedro. O apóstolo da precipitação – que dizia amar tanto – não ouviu nada do que Jesus falara sobre o amor, mas retomou a conversa do versículo 33 tão logo Jesus recobrava o fôlego de sua fala. Preste atenção:

João 13.33-38 33Meus filhos, estarei com vocês apenas mais um pouco. E, como eu disse aos líderes judeus, vocês me procurarão, mas não poderão ir para onde eu vou. 

36Simão Pedro perguntou: “Para onde o Senhor vai?”. Jesus respondeu: “Para onde vou vocês não podem ir agora, mas me seguirão mais tarde”. 37“Senhor, por que não posso ir agora?”, perguntou ele. “Estou disposto a morrer pelo senhor.” 38“Morrer por mim?”, disse Jesus. “Eu lhe digo a verdade, Pedro: antes que o galo cante, você me negará três vezes.” 

– Pedro, Pedro! A forma de morrer para Jesus é amando como ele amou! 

É sacrificando-se em amor uns pelos outros, assim como Cristo iria se sacrificar por nós e por você também, Pedro. 

O sinal da cruz no cristão é o amor. E só é possível amar desse jeito, Pedro, enxertando, conectando, espetando sua vida, pela fé, na vida e na morte de Jesus Cristo. Não é por auto sacrifício nem por imitação, e sim pelo sacrifício de Cristo e por manifestação de fruto que é pela fé na graça de Deus. Aí sim, Pedro! Do contrário, o galo cantará três vezes e você negará Jesus três vezes.

Então, Povo de Deus, Segunda Igreja Batista em Goiânia – “Meus filhos! Filhinhos!” – neste momento único de nossa existência (talvez único em nossa geração, por séculos, antes e depois de nós), nestes dias históricos na vida de nossa nação e do mundo, nesta época de pandemia e de polarização ideológica, é isso que Jesus está pedindo de nós, os cristãos: 

“Assim como eu os amei, vocês, crentes, devem amar uns aos outros.” 

Portanto, meu povo, rebaixe-se no serviço de lavar os pés um dos outros.

 Entregue sua vida, seus privilégios, um pelos outros. 

Ame seus irmãos e irmãs de todas as cores, raças, tribos e nações, homem ou mulher, pequeno ou grande, pobre ou rico, conservador ou liberal, de direita ou de esquerda. 

Ame os mais fracos, os mais velhos e os mais jovens. Ame os portadores de necessidades especiais. Ame o criador de casos. Ame quem pensa diferente.

É certo que, quando você ama, você não pode expiar o pecado de ninguém. 

Entretanto, quando você ama assim como Cristo nos amou, você pode fazer algo parecido com o que Cristo fez no calvário, porque, além de lançar fora o medo para amar (1Jo 4.18), “o amor cobre multidão de pecados” (1Pe 4.8, ARA).

Por que os cristãos verdadeiros não usam a cruz 



a cruz de “principal símbolo da religião cristã”. Mas os cristãos verdadeiros não usam a cruz

Uma razão importante é que Jesus Cristo não morreu numa cruz. A palavra grega em geral traduzida “cruz” é stau·rós. Significa basicamente “poste ou estaca”.

Atos 5:30

30  O Deus de nossos antepassados levantou dentre os mortos Jesus, a quem vocês mataram pendurando-o num madeiro.a

significa duas peças de madeira transversais em qualquer ângulo . . . Não há nada no grego do [Novo Testamento] que sequer sugira duas peças de madeira.”

Em vários textos, os escritores bíblicos usam outra palavra para referir-se ao instrumento usado para executar Jesus. É a palavra grega xý·lon. (Atos 5:30; 10:39; 13:29; Gálatas 3:13; 1 Pedro 2:24) Essa palavra significa simplesmente “madeiro”, ou “pedaço de pau, porrete ou árvore”.

Explicando por que uma simples estaca era usada para execuções, 


Nem sempre havia árvores disponíveis nos locais escolhidos para execução pública. De modo que um simples poste era fincado no chão. Nele os criminosos eram amarrados ou pregados com as mãos para cima, muitas vezes também com os pés amarrados ou pregados.”

A prova mais convincente, porém, vem da Palavra de Deus. O apóstolo Paulo diz: “Cristo nos comprou, livrando-nos da maldição da Lei por se tornar maldição em nosso lugar, pois está escrito: ‘Maldito é todo aquele pendurado num madeiro

Gálatas 3:13) Aqui Paulo cita Deuteronômio 21:22, 23, que fala claramente de uma estaca, não de uma cruz. Visto que esses meios de execução faziam da pessoa uma ‘maldição’, não seria apropriado os cristãos terem em sua casa imagens de Cristo numa cruz

Não há evidência de que aqueles que se diziam cristãos usassem a cruz na adoração nos primeiros 300 anos após a morte de Cristo. No quarto século, porém, o imperador pagão Constantino converteu-se ao cristianismo apóstata e promoveu a cruz como símbolo deste. Qualquer que tenha sido a motivação de Constantino, a cruz nada tinha a ver com Jesus Cristo. De fato, a cruz é de origem pagã

“A cruz está presente tanto na cultura pré-cristã como na cultura não cristã.” Várias outras autoridades no assunto têm ligado a cruz à adoração da natureza e aos rituais do sexo praticados pelos pagãos.

Por que, então, foi adotado esse símbolo pagão? Pelo visto, para tornar mais fácil os pagãos aceitarem o “cristianismo”. No entanto, a Bíblia condena claramente qualquer devoção a um símbolo pagão. (2 Coríntios 6:14-18) As Escrituras proíbem também toda e qualquer forma de idolatria. (Êxodo 20:4, 5; 1 Coríntios 10:14) Com muito boa razão, portanto, os cristãos verdadeiros não usam a cruz na adoração. 

A cruz representa Cristo e o amor que Ele tem por nós


 A cruz tem, dá, traz e oferece a vida de Cristo. Quem vive dela, quem vive o mistério da cruz, terá sua vida revestida de Cristo, por dentro e por fora. 

Estes somos nós, os batizados, como afirma  Paulo: “pois todos vocês, que foram batizados em Cristo, se revestiram de Cristo” (Gl 3,27).

Muitas pessoas gostam de levar uma cruz, pendurada no pescoço; outros a têm em casa, nos seus espaços de vida.

A força da cruz

A cruz dá conforto, segurança, proteção, força, companhia – ela é companheira de vida. Mas, o que é a cruz? 

Quem é, quando falamos em “força da cruz”? 

É Aquele que padeceu a morte na cruz, por amor a nós, em Sua obediência ao Pai; é Aquele que se entregou por nós e que ressuscitou dos mortos, vencendo a morte, matando a morte, na Sua morte. Cruz é, ainda, a vida entregue de Cristo. 

É o símbolo do próprio Cristo, “que se humilhou por nós, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz” (Fl 2,8).

 É, por isso, toda a vida de Jesus Cristo, vida entregue, vida ressuscitada e exaltada pelo Pai (Fl 2,9).

 Aquele que morreu na cruz destruiu a nossa morte e, ressurgindo, restaurou a nossa vida 

é a força de Deus, que aos nossos olhos é fraqueza (2Cor 12,10).

Embora sendo Filho de Deus, aprendeu a ser obediente através de seus sofrimentos. E tornou-se a fonte de salvação eterna para todos que lhe obedecem” (Hb 5,8-9).

Então, ela é força na sua vida, se e quando você obedece ao Filho de Deus. Vivendo no seguimento do Senhor Jesus, fazendo o que Ele diz, buscando ser como Ele, trazendo dentro os Seus sentimentos e pensamentos, você escolhe a cruz como sua força e companheira de vida, você escolhe deixar que a cruz de Cristo salve você. 

Ela não é algo mágico. É a vida doada de Cristo – em perfeita obediência ao Pai –, que pede para fazer a mesma coisa (Lc 22, 42).

Nós cristão  pregamos a mensage da cruz e nao usamos  ele no pescoço como muito pagã faz .

Na cruz, a salvação e a vida!”. 

Porquanto, chegamos à salvação por meio da cruz de Cristo. Cruz de Cristo, sinal do amor de Cristo Jesus pela humanidade. É a força de Deus.

 Ela indica o sentido da vida, a esperança do viver, um viver que não para na morte, mas, como Cristo, passa da morte à vida. É a proposta de vida de Jesus: dar a vida, entregar a vida, viver, no amor do Pai, em favor dos outros. A “cruz-entrega- no-amor- morte-ressurreição” é a fonte da vida.

Agarrar-se à Cruz é radicar-se na vida de “Cristo, que nos amou e se entregou por nós” (Gl 2,20). 

A cruz de Cristo é um símbolo forte de esperança e vida, vida plena, vida de filho(a) de Deus. Assim, creio e sei que Jesus me ama, pois Ele deu a sua vida por mim, por nós, na cruz. 

Ela representa Cristo e o amor que Ele tem por nós. Fomos salvos pela cruz (Gl 2,20). 

homem.

Exatamente por isso, pela ótica da sabedoria humana, a mensagem da cruz é loucura para os que se perdem. Essas pessoas entendem que a ideia de um Messias que morreu crucificado como um criminoso para prover salvação a alguém, é insana.

No contexto dos crentes de Corinto, seus contemporâneos gregos enxergavam Jesus simplesmente como um delinquente da pior espécie; ou mesmo como um escravo rebelde e desprezível que foi arrastado para fora de sua cidade a fim de, por aclamação de seus próprios compatriotas, receber a pior das condenações.

No fundo, essa é exatamente a mesma visão que todos os incrédulos possuem acerca de Cristo. Eles o enxergam simplesmente como mais um entre tantos outros criminosos que foram crucificados pelos romanos do primeiro século.

Por isso Paulo escreve que “a mensagem da cruz é loucura aos que se perdem”. Nessa frase ele usa o particípio presente para indicar uma ação que está em progresso. Essas pessoas não estão correndo o risco de se perder, mas estão realmente se perdendo. Os que rejeitam a Cristo estão literalmente em processo de destruição. O efeito de rejeitarem a mensagem da cruz é a condenação irrevogável (2 Coríntios 2:15; 4:3; 2 Tessalonicenses 2:10).

A mensagem da cruz é sabedoria e poder de Deus para os salvos

Mas se por um lado para muitos a mensagem da cruz é loucura, por outro lado para alguns a mensagem da cruz é poder de Deus e sabedoria de Deus. Para os salvos, a mensagem da cruz é sabedoria poderosa; é incomparável a qualquer filosofia produzida pela sabedoria humana.

Ao falar dos salvos, Paulo também usa o particípio presente. Ele literalmente diz: “mas para nós que estamos sendo salvos”. Com isso ele se refere ao processo de salvação do crente que alcançará sua plenitude no grande dia da vinda de Cristo.

Isso, porém, não significa que esse processo de salvação corre o risco de dar errado. O apóstolo não está dizendo que aqueles que hoje estão sendo salvos pela mensagem da cruz, amanhã talvez possam entrar em condenação eterna.

Isso seria esvaziar completamente a mensagem da cruz de seu caráter divinamente sábio e poderoso. Na verdade o mesmo apóstolo fala da salvação nos três tempos verbais: passado (Romanos 8:24; Efésios 2:5,8; Tessalonicenses 3:5); presente (1 Coríntios 15:2; 2 Coríntios 2:15); e futuro (Romanos 5:9; 11:26). Sua intenção simplesmente é falar do caráter irrevogável da salvação, mas que se dá numa ação ativa e contínua, que aponta para uma esperança final e futura.

Isso significa que os crentes em princípio foram salvos; continuam sendo salvos pelo poder da mensagem da cruz em santificação durante suas vidas terrenas; e serão salvos ao desfrutarem das bênçãos da salvação em seu sentido mais pleno quando entrarem literalmente na presença de Deus por toda a eternidade.

Para os salvos, a bendita mensagem da cruz é poder e sabedoria de Deus. O Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê (Romanos 1:16). A mensagem da cruz tem poder para ressuscitar o homem morto em seus delitos e pecados. A mensagem da cruz transporta o pecador da morte espiritual para a vida de comunhão com Deus.

Os resultados diante da mensagem da cruz

Os incrédulos olham para a mensagem da cruz como loucura. Então por sua própria responsabilidade, e por causa de sua impenitência obstinada diante de seus pecados, eles perecem. A sabedoria e a inteligência das quais eles tanto se orgulham, são desprezadas por Deus (1 Coríntios 1:19).

Já os crentes são salvos ao receberem a mensagem da cruz como sabedoria poderosa da parte de Deus. Mas eles não possuem motivos para se gloriarem em si mesmos por isso. Os salvos não têm mérito algum na salvação, pois os méritos são todos de Cristo. Se eles recebem a mensagem da cruz para salvação, é porque primeiro foram chamados pela graça de Deus (1 Coríntios 1:24).


Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus" - 1 Coríntios 1.18.

A cruz é o sinal dos cristãos, é o sinal do Deus vivo. “Não danifiqueis a terra nem o mar, nem as árvores, até que tenhamos assinalado os servos de nosso Deus em suas frontes” (Ap 7,3).

Esse sinal, o profeta Ezequiel já anunciava como sendo a cruz, o Tau. 

Quando Jerusalém mereceu o devido castigo pela idolatria cometida, esse profeta anunciou que Deus assinalou com a cruz os inocentes para protegê-los.

Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a tantas abominações que na cidade se cometem” (Ez 9,5).

A salvação não provém somente da cruz, mas da cruz que é Deus feito carne, pois não há salvação nas ideias ou na boa vontade”. 


A cruz de Cristo é a chave que nos abre à eternidade, é a bênção que supera toda maldição da existência humana contaminada e estragada por causa do pecado. A cruz de Cristo é a chave que nos abre para a vida nova!

  Para alguns, é loucura pregarmos Jesus Cristo Crucificado; para outros, é escândalo, mas para nós é o poder, a salvação e a libertação de Deus. Em todas as nossas igrejas, capelas, casas e em tudo aquilo que nós fazemos, a cruz de Cristo deve ser estar presente. Alguns perguntam: “O Cristo já está vivo? Já está ressuscitado e não está mais pregado numa cruz?”. É verdade! O Cristo não está mais pregado numa cruz, mas a salvação que Ele nos trouxe, na cruz, jamais pode ser esquecida, anulada; muito pelo contrário, a cada dia, ela deve ser mais atualizada, viva e presente no meio de nós!

  Não tiremos o nosso olhar do Cristo Crucificado, pois é Ele quem nos liberta, restaura e salva. A cruz pela cruz não salva ninguém, mas o Cristo crucificado nela dá sentido à cruz de cada um de nós, dá sentido a todas as cruzes que carregamos na vida.

  O Cristo Crucificado é a salvação de todos os crucificados da história da humanidade, é a libertação de uma humanidade crucificada por causa do pecado, do egoísmo e da idolatria ao mal. O Cristo Crucificado tornou-se a maldição que nos trouxe a bênção e a salvação, porque o madeiro, a cruz eram reservados aos malditos, para aqueles que cometiam as maiores atrocidades.

  Cristo se fez o último, o maldito, para que fôssemos benditos, restaurados, curados e libertos..

Paulo dá o testemunho mais forte que você pode ler em toda a Bíblia quando diz: “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim…” Gálatas 2:20. A vida que Paulo viveu, ele viveu pela fé em Deus, que o fortaleceu, que o ajudou, que estava com ele todos os dias. 

Esse é o Deus – o Jesus – a quem estamos seguindo. Essa é a mensagem da cruz que pregamos. Dessa maneira, o poder de Deus e a sabedoria de Deus também vieram sobre a igreja, que é o seu corpo. Aquele que é tudo em todos, está escrito. (Efésios 1:23.) Esse é Jesus Cristo, nosso Senhor.

Vamos crer na mensagem da cruz. Morte para minha própria vontade. 

Morte para meus próprios desejos. Morte para tudo que tem a ver com amor próprio e egoísmo. Então a vida de Jesus começa a surgir. 

Então o amor é derramado e jorra em nossos corações. O mesmo amor em que Jesus viveu e entrou aqui na terra.

Deus chama as pessoas simples para receberem a mensagem do evangelho. É isso que o texto de (I Coríntios 1. 26 - 29) nos diz. Se você faz parte desse grupo de pessoas simples, talvez sem muita instrução, sem muitos recursos financeiros, não estranhe que Deus tenha lhe chamado. Ele costuma agir assim pra envergonhar os sábios desse mundo.
           
            Nunca use a sua simplicidade como desculpa pra achar que Deus não tem um propósito especial pra sua vida, porque certamente Ele tem!! Basta você se render e Ele fará de você alguém muito especial no Seu Reino.

            Também nunca ache que você está em Cristo por merecimento seu, é sempre pela graça e pela misericórdia de Deus A Bíblia diz: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2.8)


 A soberba é um sentimento diabólico. Foi por soberba que Lúcifer foi expulso da presença de Deus e se tornou quem ele é hoje. A Bíblia afirma que Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. (Tiago 4:6).

            Pois é justamente a soberba que impede muitas pessoas de aceitarem a mensagem da cruz. Para elas, tudo isso não passa de uma loucura. Elas se acham auto-suficientes, acham que podem guiar suas próprias vidas sem precisar da intervenção de Deus. Há até aquelas que nem se sentem pecadoras ou carentes da graça de Deus.

            Muitos se julgam sábios, eruditos. Outros esperam sinais miraculosos para poderem crer ou procuram entender o evangelho baseados na sua sabedoria. Para tais pessoas, eles são os sábios e os crentes, são os loucos. Mas Deus não leva em conta essa sabedoria humana. Pelo contrário, a salvação é para aqueles que, pela fé, creem na loucura da pregação.


Desde os tempos do apóstolo Paulo havia aqueles que achavam que esse negócio de ser crente, de seguir a Jesus, de crer na eternidade, no céu, era uma tremenda loucura. Hoje não é diferente. Não faltarão pessoas dizendo que você enlouqueceu agora que quer servir a Jesus, que vai viver uma vida de santidade, de compromisso com Deus. Vão achar que você é louco por estar praticamente todos os dias na igreja, por ser fiel e obediente a palavra de Deus. não estranhe!!!. O evangelho é mesmo uma loucura pra quem não crê.

            Permaneça firme, não se deixe intimidar pelos preconceitos e pelas perseguições. As mesmas pessoas que acham você louco, poderão ver o PODER DE DEUS na sua vida. Essa é a promessa!! Você se rende à mensagem da cruz, pode até ser perseguido por isso, mas o poder de Deus se manifesta em você. Foi assim com o apóstolo Paulo e com todos os discípulos de Jesus: por onde eles passavam, o poder de Deus era manifestado. Será assim com você! As pessoas verão que há algo diferente na sua vida e esse algo é o poder de Deus!

            Renda-se à mensagem da cruz: ela é para pessoas como você e eu!!

Que possamos dizer como o apostolo Paulo:

‘‘Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz do nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo’’. (Gl 6.14).


A MENSAGEM DA CRUZ GERA PELO MENOS 3 AÇÕES:


  1. ARREPENDIMENTO
  1. TRANSFORMAÇÃO
  1. RECOCILIAÇÃO
      
     Então que possamos entender que a mensagem da cruz é uma mensagem centralizada no amor de Deus para com a Humanidade.


  1. Deus te ama e tem um plano maravilhoso para sua vida.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.“ (Jo 3.16)

  1.  O Homem é pecador e está separado de Deus.

“Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.“ (Rm 3.23b)

  1.  Jesus é a resposta de Deus, para o conflito do homem.

“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.“ (Jo 14.6)

  1. É preciso receber a Jesus, para se tornar filhos de Deus.

 “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome.“ (Jo 1.12a)

           
v  A Mensagem da Cruz nos diz:

(Romanos 5:6-8)

"Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”


Nos 
cristãs não usá a cruz pendurada no pescoço;
É nem o crucifixo pendurado na parede da casa

Poiso eu quero  te Avisa abre  os teus olhos e vê  o que Deus está te falando Jesus não está mas na cruz porque ele venceu a morte por mim.e por vocês..

 Jesus veio para dar a si próprio, como um sacrifício por todos os povos. 

Esta mensagem foi anunciada no princípio da história humana, brasonada com uma assinatura divina nos sacrifícios de Abraão e da Páscoa, com mais detalhes profetizados em várias profecias no Velho Testamento. 

Porque a sua morte é tão importante e merece tal enfâse?  

Esta é uma pergunta que vale a pena considerar.
 
A Bíblia declara algo semelhante a uma lei ao dizer:

Porque o salário do pecado é a morte… (Romanos 6:23)

“A morte” quer dizer, literalmente, “separação”.  Quando a alma se separa do corpo morremos fisicamente. 

De forma semelhante, estamos separados de Deus espiritualmente. 

 Isto é verdade porque Deus é santo (sem pecado), e como estamos corrompidos do nosso estado original, pecamos.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. (Romanos 6:23)

A boa nova do Evangelho é que o sacrifício da morte de Jesus é suficiente para atravessar a separação entre nós e Deus. 

Sabemos isto porque três dias depois de morrer, Jesus ressuscitou corporalmente do túmulo, tornando-se vivo por meio da ressurreição física.  Ainda que algumas pessoas escolham a não acreditar na ressurreição de Jesus, a maior parte ainda não se informou da forte evidência da ressurreição de Jesus.  

O sacrifício de Jesus foi demonstrado profeticamente pelo sacrifício de Abraão e a inauguração do sacrifício da Páscoa.

Jesus era um humano que viveu uma vida sem pecado.  

Por isso, Jesus pode alcançar os dois lados do abismo – o lado de Deus e o lado dos humanos – cobrindo o abismo que separa as pessoas de Deus.  

 Ele é a Ponte para a Vida, e isto pode ilustrar-se como mostra a figura seguinte.

Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. (Romanos 10:13)

Note que esta promessa é para todos.  

Desde que Jesus ressuscitou dos mortos, Jesus está vivo e ainda é o “Senhor”.

  Por isso, se chamarmos a Jesus ele irá ouvir e estender-nos o dom da vida eterna. 

 Tem que chamar a Jesus e pedir-lhe por meio duma conversa com ele.  

Talvez nunca tenha feito isto antes.  Aqui tem um guia para o ajudar a conversar e orar a Jesus.  Não é um feitiço mágico.  

Não são as palavras que dão poder.  

É a nossa confiança (como tinha Abraão) em Jesus que ele tem a vontade e o poder de nos dar este dom.  Quando confiarmos em Jesus, ele vai ouvir e responder-nos.  

O Evangelho é potente e ainda assim é tão simples.  Não hesite a seguir este guia enquanto fala em voz alta ou silenciosamente no seu espírito, com Jesus para receber este dom.

Senhor Jesus.  Eu entendo que estou separado de Deus por causa dos meus pecados.  

Por mais que eu tente, não há esforço ou sacrifício da minha parte que possa transpor esta separação. Eu entendo que a Tua morte foi um sacrifício para purificar todos os pecados – até os meus.  

Acredito que Tu ressuscitaste depois do Teu sacrifício para que eu pudesse saber que Teu sacrifício é suficiente. 

 Peço-Te que me limpes e me leves a Deus para que eu possa ter a vida eterna. 

 Não quero viver uma vida escravizada pelo pecado; por favor, liberta-me dos meus pecados.  

Obrigado Senhor Jesus por fazer tudo isto por mim.  Que continues a conduzir-me ao longo da minha vida para que eu possa seguir-Te como o meu Senhor.  Amém.

Faz 21 Ano que Jesus me salvou obrigado meu Deus por tudo que fez por mim ...

LIVRO DECISÃO ERRADA ACORDO COM O DIABO

  LIVRO DECISÃO ERRADA ACORDO COM O DIABO Autor: Carlos Alberto Cândido da Silva Ministério: Assembleia de Deus Providência do Céu Contato: ...